Curso livre · Desempenho sustentável

Psicologia para Alta Performance Sustentável: Autorregulação, Aprendizagem e Prevenção do Esgotamento

Motivação, foco, aprendizagem, regulação, recuperação e contexto sem culto ao esgotamento.

InvestimentoR$ 49,90
Carga horária40 horas
FormatoOn-line · autoinstrucional
ConclusãoProva + certificado

Sobre o percurso

Curso livre orientado, aplicado e verificável.

Curso livre de atualização profissional com 33 referências sobre mecanismos e limites da performance no trabalho, estudo, esporte e arte, com NR-1 de 2026 e responsabilidade distribuída entre pessoa, tarefa, equipe e organização.

Para quem foi pensado: Profissionais, estudantes, atletas, artistas e lideranças.

Curso livre de atualização profissional e interdisciplinar para compreender desempenho como sistema — integrando motivação, metas, atenção, aprendizagem, regulação emocional, sono, recuperação, feedback, segurança psicológica e riscos psicossociais. O curso combate a cultura do esgotamento e a pseudociência da produtividade. Não oferece diagnóstico, psicoterapia, consultoria organizacional pronta, fórmula de sucesso ou autorização para atos privativos da Psicologia.

Matrícula automática

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Oferta por OZIANE PRISCILA DOS REIS PSICOLOGIA LTDA · CNPJ 65.656.900/0001-37

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Desafio inicial · obrigatório

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Caso integrador inicial — Lívia e a promessa do neurohack

Lívia lidera um lançamento, dorme cerca de quatro horas e meia, relata episódios de falta de ar e medo intenso, comete lapsos e evita contar à equipe. A empresa recompensa disponibilidade noturna e não substitui duas vagas. Ela pede um 'neurohack' para dobrar a produtividade em 30 dias e acredita que procurar cuidado provaria incompetência.

Sua tarefa antes de começar: Antes de estudar os módulos, organize uma resposta em cinco blocos: dados que ainda faltam; sinais que exigem ação ou avaliação; hipóteses sem diagnóstico; responsabilidades da pessoa, da equipe e da organização; e um plano inicial que não prometa transformação. Indique o que você não pode concluir.

  • Resultado, qualidade, segurança, aprendizagem e recuperação podem seguir trajetórias diferentes.
  • Sono reduzido, sintomas intensos e lapsos não devem ser tratados apenas como problema de produtividade.
  • Estratégias individuais não corrigem disponibilidade premiada, vagas abertas ou carga estrutural.
  • Plano responsável contém hipótese, indicador, limite, possível dano, revisão e critério de encaminhamento.

A resposta é registrada na área do aluno e serve para comparar sua compreensão antes e depois do estudo. Não recebe nota.

Objetivos de aprendizagem

Ao concluir, você deverá ser capaz de:

Os objetivos orientam as atividades e a prova final. Não equivalem a habilitação profissional.

  1. 01

    Analisar desempenho por resultados, qualidade, aprendizagem, segurança, recuperação e contexto.

  2. 02

    Planejar metas, foco, prática, feedback e regulação com hipóteses e limites explícitos.

  3. 03

    Reconhecer sono insuficiente, sobrecarga e sinais que exigem redução, investigação ou encaminhamento.

  4. 04

    Diferenciar intervenções individuais, coletivas e organizacionais sem culpabilização.

  5. 05

    Construir um ciclo sustentável com indicadores, revisão, possíveis danos e critérios de parada.

Escopo profissional

Para quem é, o que exige e como se estuda.

A bibliografia reúne 33 fontes oficiais e revisadas por pares. Meta-análises apoiam mecanismos em motivação, metas, prática, aprendizagem, regulação, sono, recuperação, feedback, segurança psicológica e burnout e acrescentam evidência específica para atletas, artistas da performance e bem-estar no esporte de elite. Os efeitos são heterogêneos, sensíveis ao desenho dos estudos e não permitem prometer transformação individual. A NR-1, o Manual do MTE e as diretrizes da Fundacentro atualizam o eixo ocupacional para 2026. O curso apresenta achado e limite lado a lado, questiona slogans sobre garra, mindset e neurohacks e distribui responsabilidade entre pessoa, tarefa, equipe e organização.

Público

Psicólogas(os), profissionais de educação e saúde, lideranças, estudantes, atletas, artistas e pessoas interessadas em estudo sério da performance. A aplicação profissional deve respeitar formação, competência, normas e contexto de atuação.

Pré-requisitos

  • Disponibilidade para leitura de artigos e documentos oficiais; alguns vídeos e resumos científicos podem estar em inglês, com orientação de estudo.
  • Compromisso de usar somente casos fictícios nas atividades e de não inserir dados identificáveis de clientes, pacientes, alunos ou trabalhadores.
  • Reconhecimento de que sofrimento, risco, sintomas persistentes e questões ocupacionais podem exigir profissionais e serviços competentes além do escopo do curso.
  • Para psicólogas(os), leitura do Código de Ética e observância das normas vigentes do CFP na aplicação profissional.

Metodologia

  • Oito módulos autorais com teoria, distinções, aplicação e leitura crítica da ciência.
  • Oito casos fictícios e um desafio inicial integrador, sem uso de dados reais.
  • Trinta e três referências oficiais ou revisadas por pares, todas anotadas por utilidade e limite.
  • Cinco materiais profissionais, oito vídeos ou recursos científicos orientados e registros de estudo.
  • Avaliação situacional de 10 questões, correção no servidor e certificado após pelo menos 70% de aproveitamento.

Composição da carga horária

40 horas de estudo planejado.

A carga combina leitura, atividades, vídeos e avaliação; não representa apenas tempo de tela.

10hAulas autorais e apostila digital
10hLeituras científicas e oficiais orientadas
8hOito estudos de caso e atividades aplicadas
5hCinco materiais profissionais de apoio
4hVídeos explicativos e registros de estudo
1hDesafio integrador inicial
2hRevisão e avaliação final

Programa completo

8 módulos conectados pela prática.

A página apresenta o mapa do percurso. Na área protegida, cada módulo desenvolve teoria, relações entre conceitos, evidências e limites, caso aplicado, leitura orientada e atividade profissional.

01

Performance como sistema: indicadores, contexto e ética

Alta performance sustentável não é produção máxima contínua. É a capacidade de entregar, aprender e adaptar-se mantendo segurança, recuperação, vínculo e possibilidade de continuidade.

4 núcleos de estudo · 3 análises de evidência · 1 atividade
02

Motivação, metas e compromisso flexível

Motivação de qualidade não se reduz a vontade. Necessidades psicológicas, significado, recursos, metas, feedback e barreiras moldam o início e a manutenção da ação.

4 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
03

Atenção, aprendizagem e prática deliberada

Foco é uma condição desenhada, não um teste moral. Alternância, carga cognitiva, qualidade do treino, recuperação e feedback determinam o que pode ser aprendido e transferido.

4 núcleos de estudo · 3 análises de evidência · 1 atividade
04

Pressão, ansiedade e regulação emocional

Regulação não é supressão obrigatória nem ausência de ansiedade. É perceber demandas e estados, escolher estratégias compatíveis com o momento e manter ação segura com flexibilidade.

4 núcleos de estudo · 3 análises de evidência · 1 atividade
05

Sono, recuperação e gestão de carga

Recuperação é parte da preparação, não prêmio posterior. Sono, pausas, desligamento, variação de carga e condições de trabalho sustentam atenção, decisão e continuidade.

4 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
06

Feedback, erro e segurança psicológica

Feedback pode melhorar ou piorar desempenho. Aprendizagem exige informação acionável, espaço para dúvida e erro discutível, critérios claros e responsabilização sem humilhação.

4 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
07

Burnout, riscos psicossociais e prevenção organizacional

Esgotamento não deve ser transformado em falha de autocuidado. Demandas crônicas, recursos, justiça, violência, autonomia, apoio, desenho do trabalho e a NR-1 vigente desde 26 de maio de 2026 orientam prevenção proporcional.

5 núcleos de estudo · 3 análises de evidência · 1 atividade
08

Plano integrado de performance sustentável

O módulo final transforma conhecimento em um ciclo de decisão: linha de base, objetivo, alavanca, experimento, monitoramento, revisão, proteção e encerramento.

4 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade

Base científica auditável

33 referências oficiais e revisadas por pares.

A bibliografia reúne 33 fontes oficiais e revisadas por pares. Meta-análises apoiam mecanismos em motivação, metas, prática, aprendizagem, regulação, sono, recuperação, feedback, segurança psicológica e burnout e acrescentam evidência específica para atletas, artistas da performance e bem-estar no esporte de elite. Os efeitos são heterogêneos, sensíveis ao desenho dos estudos e não permitem prometer transformação individual. A NR-1, o Manual do MTE e as diretrizes da Fundacentro atualizam o eixo ocupacional para 2026. O curso apresenta achado e limite lado a lado, questiona slogans sobre garra, mindset e neurohacks e distribui responsabilidade entre pessoa, tarefa, equipe e organização.

Consultar bibliografia comentada completa
  1. WHO-WORK-2022 — World Health Organization. WHO guidelines on mental health at work. Geneva: WHO; 2022.

    Diretriz internacional que avalia intervenções organizacionais, formação de gestores, intervenções para trabalhadores e retorno ao trabalho. Sustenta prevenção no desenho do trabalho, sem reduzir saúde mental a autocuidado individual.

    diretriz
  2. WHO-ILO-2022 — World Health Organization; International Labour Organization. Mental health at work: policy brief. Geneva: WHO/ILO; 2022.

    Síntese de políticas para prevenir riscos psicossociais, proteger e promover saúde mental e apoiar participação no trabalho; diferencia mudanças organizacionais de ações centradas apenas no indivíduo.

    diretriz
  3. WHO-BURNOUT-2019 — World Health Organization. Burn-out an occupational phenomenon: International Classification of Diseases. 2019.

    Esclarece o enquadramento do burnout na CID-11 como fenômeno ocupacional ligado a estresse crônico no trabalho não manejado com sucesso, e não como condição médica aplicável a toda exaustão.

    diretriz
  4. ILO-PSYCHOSOCIAL — International Labour Organization. Psychosocial risks and mental health at work. Geneva: ILO.

    Fonte institucional sobre fatores psicossociais relacionados ao conteúdo, organização e gestão do trabalho e sobre prevenção integrada à segurança e saúde ocupacional.

    diretriz
  5. CFP-ETICA — Conselho Federal de Psicologia. Código de Ética Profissional do Psicólogo. Resolução CFP nº 010/2005.

    Base para responsabilidade, competência, dignidade, informação e análise crítica das relações de poder. Impede promessas de resultado e culpabilização disfarçada de orientação psicológica.

    norma
  6. REINEBO-2024 — Reinebo G, Alfonsson S, Jansson-Fröjmark M, Rozental A, Lundgren T. Effects of Psychological Interventions to Enhance Athletic Performance: A Systematic Review and Meta-Analysis. Sports Med. 2024;54(2):347-373. doi:10.1007/s40279-023-01931-z. PMID: 37812334.

    Meta-análises encontraram efeitos moderados de treino de habilidades psicológicas, abordagens de mindfulness/aceitação e imagética sobre desempenho esportivo, mas os efeitos deixaram de ser significativos em análises de sensibilidade mais rigorosas.

    revisao
  7. NIERING-2023 — Niering M, Monsberger T, Seifert J, Muehlbauer T. Effects of Psychological Interventions on Performance Anxiety in Performing Artists and Athletes: A Systematic Review with Meta-Analysis. Behav Sci (Basel). 2023;13(11):910. doi:10.3390/bs13110910. PMID: 37998657.

    Síntese de estudos controlados encontrou efeitos favoráveis de tamanhos distintos para ansiedade de estado e traço em artistas da performance e atletas. A base é pequena, heterogênea e não sustenta promessa de eliminar ansiedade.

    revisao
  8. WANG-2025 — Wang W, Schweickle MJ, Arnold ER, Vella SA. Psychological Interventions to Improve Elite Athlete Mental Wellbeing: A Systematic Review and Meta-analysis. Sports Med. 2025;55(4):877-897. doi:10.1007/s40279-024-02173-3. PMID: 39815135.

    Revisão indica potencial de intervenções psicológicas para bem-estar de atletas de elite e identifica adaptação, apoio de treinadores/equipe e qualidade do facilitador como condições de implementação. Predomínio de estudos ocidentais e desenhos quase experimentais limita generalização.

    revisao
  9. MTE-NR1-MANUAL-2026 — Brasil. Ministério do Trabalho e Emprego. Manual de Interpretação e Aplicação do Capítulo 1.5 da NR-1: Gerenciamento de Riscos Ocupacionais — fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho. Brasília: MTE; 2026.

    Orienta a aplicação da NR-1 vigente desde 26 de maio de 2026: identificação, avaliação e prevenção dos fatores psicossociais no trabalho real, com participação e integração ao GRO/PGR. O manual é orientativo e não substitui o texto normativo.

    manual
  10. FUNDACENTRO-NR1-2026 — Fundacentro. Diretrizes para aplicação da NR-1 com inclusão dos fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho. São Paulo: Fundacentro; 2026.

    Material técnico que situa fatores psicossociais nas condições e na organização do trabalho, reforçando compreensão do trabalho real, participação dos trabalhadores e prevenção na fonte, sem transformar sofrimento individual em inventário de risco.

    diretriz
  11. HAGGER-2026 — Hagger MS, McAnally Star K. Self-Determination Theory and Workplace Outcomes: A Meta-Analysis. Stress Health. 2026;42(1):e70151. doi:10.1002/smi.70151. PMID: 41664590.

    Meta-análise recente sobre satisfação e frustração de autonomia, competência e vínculo em resultados ocupacionais. Associações médias não demonstram que motivação seja independente de recursos e condições de trabalho.

    revisao
  12. LOCKE-LATHAM-2002 — Locke EA, Latham GP. Building a practically useful theory of goal setting and task motivation: a 35-year odyssey. Am Psychol. 2002;57(9):705-717. PMID: 12237980.

    Revisão clássica sobre especificidade, dificuldade, compromisso, feedback e complexidade da tarefa. Metas desafiadoras não são recomendação automática quando faltam habilidade, tempo ou segurança.

    revisao
  13. WEBB-SHEERAN-2008 — Webb TL, Sheeran P. Mechanisms of implementation intention effects: the role of goal intentions, self-efficacy, and accessibility of plan components. Br J Soc Psychol. 2008;47(Pt 3):373-395. PMID: 18096108.

    Investiga mecanismos de planos do tipo se-então. Ajuda a converter intenção em pista e resposta observável, mas não remove barreiras materiais nem garante execução.

    estudo
  14. MACNAMARA-2014 — Macnamara BN, Hambrick DZ, Oswald FL. Deliberate practice and performance in music, games, sports, education, and professions: a meta-analysis. Psychol Sci. 2014;25(8):1608-1618. PMID: 24986855.

    Meta-análise encontrou contribuição variável da prática deliberada entre domínios e grande parcela de desempenho não explicada por ela. Contraria a promessa de que horas de prática, isoladamente, garantam excelência.

    revisao
  15. CEPEDA-2006 — Cepeda NJ, Pashler H, Vul E, Wixted JT, Rohrer D. Distributed practice in verbal recall tasks: a review and quantitative synthesis. Psychol Bull. 2006;132(3):354-380. PMID: 16719566.

    Síntese quantitativa sobre prática distribuída e retenção. O intervalo útil depende do tempo até a recuperação desejada e não equivale a uma fórmula universal de estudo.

    revisao
  16. DUNLOSKY-2013 — Dunlosky J, Rawson KA, Marsh EJ, Nathan MJ, Willingham DT. Improving students’ learning with effective learning techniques. Psychol Sci Public Interest. 2013;14(1):4-58. PMID: 26173288.

    Revisão de técnicas de aprendizagem destaca prática de recuperação e distribuição como estratégias de utilidade ampla, ao mesmo tempo em que documenta limites de técnicas populares como releitura passiva.

    revisao
  17. RUBINSTEIN-2001 — Rubinstein JS, Meyer DE, Evans JE. Executive control of cognitive processes in task switching. J Exp Psychol Hum Percept Perform. 2001;27(4):763-797. PMID: 11518143.

    Experimentos demonstram custos mensuráveis na alternância de tarefas. Não significa que toda alternância seja evitável, mas apoia reduzir trocas desnecessárias e preparar retomadas.

    estudo
  18. SISK-2018 — Sisk VF, Burgoyne AP, Sun J, Butler JL, Macnamara BN. To What Extent and Under Which Circumstances Are Growth Mind-Sets Important to Academic Achievement? Psychol Sci. 2018;29(4):549-571. PMID: 29505339.

    Duas meta-análises encontraram relações e efeitos de intervenção pequenos e heterogêneos. Serve para evitar transformar mentalidade de crescimento em explicação total de desigualdades ou resultados.

    revisao
  19. CREDE-2017 — Credé M, Tynan MC, Harms PD. Much Ado About Grit: A Meta-Analytic Synthesis of the Grit Literature. J Pers Soc Psychol. 2017;113(3):492-511. PMID: 27845531.

    Meta-análise mostra sobreposição relevante entre perseverança e conscienciosidade e poder preditivo mais modesto do que narrativas populares sugerem. Persistência sem revisão pode perpetuar uma estratégia inviável.

    revisao
  20. HILL-CURRAN-2016 — Hill AP, Curran T. Multidimensional Perfectionism and Burnout: A Meta-Analysis. Pers Soc Psychol Rev. 2016;20(3):269-288. PMID: 26231736.

    Meta-análise diferencia dimensões do perfeccionismo; preocupações perfeccionistas apresentam associação mais problemática com burnout do que padrões elevados isolados.

    revisao
  21. WEBB-EMOTION-2012 — Webb TL, Miles E, Sheeran P. Dealing with feeling: a meta-analysis of the effectiveness of strategies derived from the process model of emotion regulation. Psychol Bull. 2012;138(4):775-808. PMID: 22582737.

    Síntese de estratégias de regulação emocional com efeitos distintos por estratégia e contexto. Não sustenta eliminar emoção nem aplicar uma técnica única a qualquer situação.

    revisao
  22. LIM-DINGES-2010 — Lim J, Dinges DF. A meta-analysis of the impact of short-term sleep deprivation on cognitive variables. Psychol Bull. 2010;136(3):375-389. PMID: 20438143.

    Meta-análise associa privação aguda de sono a prejuízos em múltiplos domínios, especialmente atenção sustentada. O tamanho do efeito varia por tarefa e protocolo.

    revisao
  23. WATSON-2015 — Watson NF, et al. Recommended Amount of Sleep for a Healthy Adult: A Joint Consensus Recommendation. Sleep. 2015;38(6):843-844. PMID: 26039963.

    Consenso recomenda sete ou mais horas regulares para adultos saudáveis, reconhecendo variabilidade individual e necessidade de avaliação quando há sintomas persistentes.

    diretriz
  24. KARABINSKI-2021 — Karabinski T, Haun VC, Nübold A, Wendsche J, Wegge J. Interventions for improving psychological detachment from work: a meta-analysis. J Occup Health Psychol. 2021;26(3):224-242. PMID: 34096763.

    Meta-análise encontra melhora média pequena em desligamento psicológico com intervenções, com heterogeneidade. Recuperação pessoal não corrige, sozinha, carga ou disponibilidade organizacional excessiva.

    revisao
  25. SONNENTAG-2019 — Sonnentag S, Schiffner C. Psychological detachment from work during nonwork time and employee well-being: the role of leader’s detachment. Span J Psychol. 2019;22:E3. PMID: 30819269.

    Estudo destaca que práticas percebidas da liderança podem modelar desligamento fora do trabalho. Reforça que recuperação também depende de normas coletivas.

    estudo
  26. EDMONDSON-1999 — Edmondson A. Psychological Safety and Learning Behavior in Work Teams. Adm Sci Q. 1999;44(2):350-383. doi:10.2307/2666999.

    Estudo seminal associa segurança psicológica a comportamentos de aprendizagem em equipes. Segurança não significa ausência de responsabilização, conflito ou padrão de qualidade.

    estudo
  27. FRAZIER-2017 — Frazier ML, Fainshmidt S, Klinger RL, Pezeshkan A, Vracheva V. Psychological Safety: A Meta-Analytic Review and Extension. Pers Psychol. 2017;70(1):113-165. doi:10.1111/peps.12183.

    Meta-análise integra antecedentes e resultados da segurança psicológica. As associações não autorizam usar um questionário isolado como diagnóstico definitivo da cultura de uma equipe.

    revisao
  28. KLUGER-DENISI-1996 — Kluger AN, DeNisi A. The effects of feedback interventions on performance: a historical review, a meta-analysis, and a preliminary feedback intervention theory. Psychol Bull. 1996;119(2):254-284. doi:10.1037/0033-2909.119.2.254.

    Meta-análise mostra efeito médio positivo, mas também queda de desempenho em parcela relevante das intervenções. Feedback não é benéfico por definição; foco, conteúdo e ameaça à identidade importam.

    revisao
  29. BAKKER-DEMEROUTI-2017 — Bakker AB, Demerouti E. Job Demands–Resources Theory: Taking Stock and Looking Forward. J Occup Health Psychol. 2017;22(3):273-285. PMID: 27732008.

    Revisão do modelo Demandas–Recursos do Trabalho, que explica processos de desgaste e motivação pela interação entre exigências, recursos, características pessoais e contexto.

    revisao
  30. PANAGIOTI-2017 — Panagioti M, Panagopoulou E, Bower P, et al. Controlled Interventions to Reduce Burnout in Physicians: A Systematic Review and Meta-analysis. JAMA Intern Med. 2017;177(2):195-205. PMID: 27918798.

    Meta-análise encontra redução pequena de burnout e sugere maior efeito de intervenções organizacionais em comparação com estratégias apenas dirigidas ao indivíduo em médicos.

    revisao
  31. DE-SIMONE-2021 — De Simone S, et al. Effectiveness of organizational interventions for the prevention of workplace stress: a systematic review and meta-analysis. Int Arch Occup Environ Health. 2021;94:1305-1323. PMID: 31598914.

    Revisão de intervenções organizacionais destaca resultados heterogêneos e desafios de implementação. Mudar políticas no papel não garante mudança no trabalho real.

    revisao
  32. GOLLWITZER-SHEERAN-2006 — Gollwitzer PM, Sheeran P. Implementation intentions and goal achievement: a meta-analysis of effects and processes. Adv Exp Soc Psychol. 2006;38:69-119. doi:10.1016/S0065-2601(06)38002-1.

    Síntese sobre planos se-então e alcance de metas. O efeito médio não transforma intenção de implementação em solução para metas conflitantes, falta de recursos ou adoecimento.

    revisao
  33. ERICSSON-1993 — Ericsson KA, Krampe RT, Tesch-Römer C. The role of deliberate practice in the acquisition of expert performance. Psychol Rev. 1993;100(3):363-406. doi:10.1037/0033-295X.100.3.363.

    Artigo fundador sobre prática deliberada: tarefas definidas, feedback informativo, correção e repetição. Deve ser lido junto às meta-análises posteriores que delimitam seu poder explicativo.

    estudo

Recursos com roteiro de estudo

8 vídeos e recursos científicos orientados.

Estes recursos integram o percurso e possuem uma pergunta-guia. Os links abrem em nova aba; disponibilidade e conteúdo são responsabilidade das instituições publicadoras.

  1. 01
    Riscos psicossociais: a ameaça invisível — OIT Módulo 1

    Identifique demandas, recursos e custos invisíveis citados; depois separe intervenção na pessoa, na equipe e na organização.

  2. 02
    Teoria da Autodeterminação, motivação e performance — Prof. Richard Ryan/Aalto University Módulo 2

    Registre como autonomia, competência e vínculo são definidos e anote duas situações em que uma meta externa pode ser vivida de modos diferentes.

  3. 03
    Técnicas de aprendizagem baseadas em evidências — Prof. John Dunlosky Módulo 3

    Compare releitura, prática de recuperação e distribuição; proponha um teste de retenção 24 horas depois e não confunda fluidez com aprendizagem.

  4. 04
    Regulação emocional — Prof. James Gross/American Psychological Association Módulo 4

    Mapeie em que ponto do processo cada estratégia atua e registre uma condição em que reavaliar seria útil e outra em que seria inadequado.

  5. 05
    Sleep Is Your Superpower — Prof. Matthew Walker/TED Módulo 5

    Liste as alegações sobre sono e desempenho e confronte-as com a meta-análise de Lim e Dinges e o consenso de Watson; marque o que é ilustração e o que é evidência.

  6. 06
    O que é segurança psicológica? — Profª Amy Edmondson/Harvard Business School Módulo 6

    Diferencie segurança, conforto, permissividade e responsabilização; formule uma pergunta de liderança que torne a dúvida discutível.

  7. 07
    Quando o trabalho afeta a saúde: compreendendo riscos psicossociais — OIT Módulo 7

    Organize os riscos por fonte e proponha uma medida que modifique o trabalho, em vez de apenas treinar adaptação individual.

  8. 08
    Riscos psicossociais e saúde mental no futuro do trabalho — conferência internacional Módulo 8

    Escolha um argumento, identifique a fonte mencionada e traduza-o em pergunta, indicador, responsável e critério de revisão para o plano final.

Referências complementares

Fontes institucionais para continuar o estudo.

Estes links ampliam a consulta e não fazem parte da contagem dos recursos com roteiro de estudo.

  1. 01
    Diretrizes de saúde mental no trabalho — Organização Mundial da Saúde
  2. 02
    Saúde mental no trabalho — documento conjunto OMS/OIT
  3. 03
    Riscos psicossociais e saúde mental no trabalho — OIT
  4. 04
    Meta-análise da Teoria da Autodeterminação no trabalho — PubMed
  5. 05
    Meta-análise de prática deliberada e performance — PubMed
  6. 06
    Meta-análise de privação de sono e cognição — PubMed
  7. 07
    Teoria Demandas–Recursos do Trabalho — PubMed
  8. 08
    Meta-análise de intervenções para burnout — PubMed
  9. 09
    Intervenções psicológicas e desempenho esportivo — meta-análise
  10. 10
    Ansiedade de performance em atletas e artistas — meta-análise
  11. 11
    Bem-estar de atletas de elite — meta-análise de 2025
  12. 12
    NR-1 vigente desde 26 de maio de 2026 — MTE
  13. 13
    Manual de interpretação e aplicação do capítulo 1.5 da NR-1 — MTE, 2026
  14. 14
    Diretrizes para aplicação da NR-1 com fatores psicossociais — Fundacentro, 2026

Incluído na matrícula

Conteúdo, aplicação e conclusão.

  • Apostila digital protegida com 8 módulos
  • 5 materiais de apoio estruturados e atividades aplicadas
  • 33 referências científicas ou oficiais comentadas
  • 8 recursos audiovisuais ou institucionais com roteiro de estudo
  • Desafio inicial de raciocínio profissional com registro
  • Prova final segura com 10 questões e critério de 70%
  • Certificado digital verificável de 40 horas

Materiais de apoio

  1. 01Mapa do sistema de performance sustentável
  2. 02Plano de meta, valores e implementação
  3. 03Diário experimental de foco e aprendizagem
  4. 04Painel de carga, recuperação e sinais de alerta
  5. 05Roteiro de feedback, revisão e plano sustentável

Certificação automática

Certificado só depois do percurso.

Para receber o certificado digital de 40 horas, a pessoa matriculada deve registrar o desafio, concluir todos os módulos e atingir pelo menos 70% na prova final de 10 questões.

Ao alcançar os critérios, o sistema gera o código individual e libera o certificado na área do aluno. A autenticidade pode ser verificada sem expor o e-mail.

Ver regras de certificação

Limites responsáveis

Aprender não é substituir cuidado, supervisão ou habilitação.

Este é um curso livre de atualização. O conteúdo não substitui psicoterapia, avaliação clínica, supervisão, protocolos institucionais, assessoria jurídica ou ocupacional e não autoriza o exercício da Psicologia.

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