Curso livre · Demências e cuidado

Alzheimer e Outras Demências: Cuidado Psicológico da Pessoa Idosa e da Família

Avaliação, cuidado centrado na pessoa, família, rede e paliatividade.

InvestimentoR$ 89,90
Carga horária40 horas
FormatoOn-line · autoinstrucional
ConclusãoProva + certificado

Sobre o percurso

Curso livre orientado, aplicado e verificável.

Curso livre de atualização profissional com 41 referências oficiais e científicas, oito estudos de caso, diretriz OMS de 2026, políticas nacionais de demência e cuidados, biomarcadores sanguíneos, avaliação multidimensional, delirium, intervenções, família, capacidade, rede e cuidado paliativo.

Para quem foi pensado: Psicólogas(os), estudantes de Psicologia e profissionais de saúde e assistência; familiares e cuidadores podem cursar os conteúdos educativos.

Curso livre de atualização profissional sobre cuidado psicológico a pessoas com Alzheimer e outras demências, familiares e cuidadores. O percurso diferencia envelhecimento, comprometimento leve, delirium e síndrome demencial; aborda Alzheimer, demências vascular, com corpos de Lewy e frontotemporal, sintomas comportamentais, intervenções psicológicas, sobrecarga, violência, capacidade, rede e cuidados paliativos. Não oferece diagnóstico, prescrição ou promessa de cura.

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Desafio inicial · obrigatório

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João: progressão, delirium, capacidade ou sobrecarga da rede?

João, 81 anos, apresenta há dezoito meses repetição de perguntas, erros financeiros e dificuldade crescente para preparar refeições. Nos últimos dois dias ficou muito mais confuso, sonolento em alguns momentos e agitado em outros, após febre e ardor ao urinar. A filha quer assumir imediatamente todas as decisões e vender a casa; a esposa, cuidadora principal, está exausta e dorme pouco. A família pede à Psicologia um diagnóstico, um laudo de incapacidade total e uma técnica para ‘acabar com a agitação’.

Sua tarefa antes de começar: Antes de estudar, organize prioridades, hipóteses, limites de atuação e um plano inicial. Diferencie curso crônico e mudança aguda; indique como avaliar função, comunicação, risco, capacidade decisória, necessidades de João e sustentação da cuidadora.

  • Linha do tempo cognitiva e funcional em diferentes atividades
  • Mudança aguda, flutuação, infecção, medicamentos, dor e possível delirium
  • Rastreio versus diagnóstico etiológico e avaliação interprofissional
  • Capacidade específica para cada decisão e apoios menos restritivos
  • Consentimento, privacidade e participação de João
  • Necessidades não atendidas, ambiente e registro ABC da agitação
  • Sobrecarga, sono, saúde e rede da esposa cuidadora
  • Urgência, responsáveis, indicadores, revisão e planejamento antecipado

A resposta é registrada na área do aluno e serve para comparar sua compreensão antes e depois do estudo. Não recebe nota.

Objetivos de aprendizagem

Ao concluir, você deverá ser capaz de:

Os objetivos orientam as atividades e a prova final. Não equivalem a habilitação profissional.

  1. 01

    Diferenciar envelhecimento cognitivo, comprometimento leve, delirium e demência por curso e funcionalidade.

  2. 02

    Planejar avaliação multidimensional e reconhecer perfis, diferenciais e urgências sem diagnóstico por atalho.

  3. 03

    Formular sintomas psicológicos e comportamentais por necessidade, contexto, comunicação e segurança.

  4. 04

    Selecionar intervenções psicológicas e psicossociais por objetivo, fase, evidência e preferência.

  5. 05

    Apoiar família, capacidade, planejamento, rede e cuidado paliativo com direitos e limites profissionais.

Escopo profissional

Para quem é, o que exige e como se estuda.

A base reúne 41 fontes: Lei nº 14.878/2024, Política e Plano Nacional de Cuidados, Linha de Cuidado e PCDT brasileiros, diretriz OMS de 2026 para redução de risco, CID-11, NICE, normas e Manual Orientativo do CFP de 2025, Comissão Lancet e estudos sobre biomarcadores, etiologias, cuidado centrado na pessoa, agitação, estimulação cognitiva, reminiscência, psicoterapia, cuidadores, planejamento e paliatividade. Os limites são explícitos: rastreio não diagnostica, mudança aguda pode ser delirium, biomarcador sanguíneo exige cuidado especializado e não fixa prognóstico, intervenções têm efeitos médios pequenos e heterogêneos, antipsicóticos e terapias modificadoras exigem decisão médica e cuidado psicológico não promete cura ou interrupção da progressão.

Público

Psicólogas(os), estudantes de Psicologia e profissionais de saúde e assistência que desejam base científica para cuidado interprofissional. Familiares e cuidadores podem cursar os conteúdos educativos, sem que isso os habilite a diagnosticar ou tratar.

Pré-requisitos

  • Disponibilidade para leitura de diretrizes, leis e artigos científicos, alguns em inglês.
  • Compromisso de usar casos fictícios e não inserir dados identificáveis de pessoas idosas, famílias ou instituições.
  • Compreensão de que curso livre não habilita diagnóstico, avaliação psicológica, uso de testes, psicoterapia, documento, prescrição ou decisão jurídica.
  • Em aplicação real, consulta a protocolos, normas, rede territorial e supervisão quando pertinente.

Metodologia

  • Oito módulos com teoria autoral, três capítulos de aprofundamento, síntese, evidência e limite.
  • Oito casos fictícios, desafio inicial e atividades que produzem materiais para caderno de estudos.
  • Quarenta e uma referências oficiais, normativas e revisadas por pares comentadas por utilidade e limite.
  • Cinco materiais de apoio e sete vídeos ou recursos institucionais vinculados aos módulos.
  • Prova situacional de 10 questões, correção segura e certificado após 100% dos módulos e pelo menos 70% de aproveitamento.

Composição da carga horária

40 horas de estudo planejado.

A carga combina leitura, atividades, vídeos e avaliação; não representa apenas tempo de tela.

9hAulas autorais e apostila digital
6hDiretrizes, leis e documentos oficiais
7hArtigos científicos e fichamentos
8hCasos e atividades aplicadas
3hMateriais de apoio
4hVídeos com registro orientado
1hDesafio inicial
2hRevisão e prova final

Programa completo

8 módulos conectados pela prática.

A página apresenta o mapa do percurso. Na área protegida, cada módulo desenvolve teoria, relações entre conceitos, evidências e limites, caso aplicado, leitura orientada e atividade profissional.

01

Envelhecimento cognitivo, comprometimento leve e demência

Envelhecimento esperado não equivale a demência. A análise considera mudança em relação ao próprio funcionamento, independência, contexto, saúde e condições que podem alterar desempenho.

3 capítulos de aprofundamento · 4 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
02

Avaliação multidimensional, delirium e comunicação diagnóstica

Avaliação começa pela pergunta clínica e integra história, cognição, funcionalidade, humor, saúde, medicamentos e múltiplas fontes. Mudança aguda e flutuante pode ser delirium e exige avaliação de saúde.

3 capítulos de aprofundamento · 4 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
03

Doença de Alzheimer: bases, progressão e tratamento em equipe

Alzheimer é etiologia neurodegenerativa, não sinônimo de toda demência. Biomarcadores, progressão e tratamento exigem avaliação médica especializada; a Psicologia apoia adaptação, função, expectativas e decisões.

3 capítulos de aprofundamento · 4 núcleos de estudo · 3 análises de evidência · 1 atividade
04

Demências vascular, com corpos de Lewy e frontotemporal

Perfis não amnésticos, flutuação, parkinsonismo, alucinações, mudanças comportamentais e linguagem podem sugerir outras etiologias e riscos. Reconhecimento orienta encaminhamento; não autoriza diagnóstico por padrão isolado.

3 capítulos de aprofundamento · 4 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
05

Sintomas psicológicos e comportamentais: avaliação e manejo não farmacológico

Comportamento pode expressar dor, medo, ambiente, necessidade ou comunicação. Formulação ABC, cuidado centrado na pessoa e atividade significativa vêm antes de resposta punitiva ou farmacológica por conveniência.

3 capítulos de aprofundamento · 4 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
06

Intervenções psicológicas, estimulação, reminiscência e adaptação

Estimulação cognitiva, reabilitação, reminiscência e psicoterapia possuem objetivos e evidências diferentes. O plano busca função, humor, identidade e participação sem prometer restaurar cognição ou interromper progressão.

3 capítulos de aprofundamento · 4 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
07

Família, sobrecarga, luto ambíguo e proteção

Cuidar reorganiza sono, trabalho, finanças e vínculo. Apoio combina informação, descanso, divisão de tarefas e rede, enquanto preserva voz da pessoa e enfrenta violência, negligência e restrição indevida.

3 capítulos de aprofundamento · 4 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
08

Capacidade, planejamento antecipado, rede e cuidado paliativo

Capacidade é específica e pode ser apoiada. Planejamento antecipado, rede, institucionalização e cuidado paliativo protegem valores e conforto sem converter diagnóstico em incapacidade total ou fim de vida imediato.

3 capítulos de aprofundamento · 4 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade

Base científica auditável

41 referências oficiais e revisadas por pares.

A base reúne 41 fontes: Lei nº 14.878/2024, Política e Plano Nacional de Cuidados, Linha de Cuidado e PCDT brasileiros, diretriz OMS de 2026 para redução de risco, CID-11, NICE, normas e Manual Orientativo do CFP de 2025, Comissão Lancet e estudos sobre biomarcadores, etiologias, cuidado centrado na pessoa, agitação, estimulação cognitiva, reminiscência, psicoterapia, cuidadores, planejamento e paliatividade. Os limites são explícitos: rastreio não diagnostica, mudança aguda pode ser delirium, biomarcador sanguíneo exige cuidado especializado e não fixa prognóstico, intervenções têm efeitos médios pequenos e heterogêneos, antipsicóticos e terapias modificadoras exigem decisão médica e cuidado psicológico não promete cura ou interrupção da progressão.

Consultar bibliografia comentada completa
  1. LEI-14878 — Brasil. Lei nº 14.878, de 4 de junho de 2024. Política Nacional de Cuidado Integral às Pessoas com Doença de Alzheimer e Outras Demências.

    Institui política participativa, integral e intersetorial no Brasil. Sua implementação concreta depende de rede, gestão e oferta territorial.

    norma
  2. LEI-15069-2024 — Brasil. Lei nº 15.069, de 23 de dezembro de 2024. Institui a Política Nacional de Cuidados.

    Reconhece o direito a ser cuidado, cuidar e ao autocuidado, com corresponsabilização social e articulação intersetorial. A lei não garante, isoladamente, oferta imediata em cada território.

    norma
  3. DECRETO-12562-2025 — Brasil. Decreto nº 12.562, de 23 de julho de 2025. Regulamenta o Plano Nacional de Cuidados.

    Organiza finalidade, eixos, governança e implementação federativa do Plano Nacional de Cuidados. A adesão e os fluxos concretos devem ser confirmados localmente.

    norma
  4. MS-LINHA-DEMENCIA — Brasil. Ministério da Saúde. Linha de Cuidado para Pessoas com Demência. Brasília: Ministério da Saúde; 2022, portal vigente.

    Organiza reconhecimento, avaliação, acompanhamento, comunicação e rede no SUS. Fluxos e serviços precisam ser confirmados no território.

    diretriz
  5. PCDT-ALZHEIMER-2025 — Brasil. Ministério da Saúde; Conitec. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Doença de Alzheimer. Portaria Conjunta SAES/SCTIE/MS nº 27, de 27 de novembro de 2025.

    PCDT brasileiro vigente para diagnóstico, critérios e tratamento no SUS. Deve ser consultado diretamente antes de qualquer uso clínico ou institucional.

    diretriz
  6. WHO-DEMENTIA-2026 — World Health Organization. Dementia. Fact sheet. Updated 3 July 2026.

    Síntese global de definição, impacto, cuidado e direitos. Estimativas populacionais não predizem curso individual.

    manual
  7. WHO-RISK-2026 — World Health Organization. Risk reduction of cognitive decline and dementia: WHO guidelines. 2nd ed. Geneva: WHO; 2026.

    Diretriz atualizada de redução de risco com recomendações populacionais e clínicas. Redução de risco não é garantia de prevenção nem fundamento para culpa.

    diretriz
  8. WHO-ISUPPORT — World Health Organization. iSupport for dementia: training and support manual for carers of people with dementia.

    Programa educativo e de suporte para cuidadores. Informação estruturada ajuda, mas não substitui descanso, divisão de tarefas e serviços.

    manual
  9. WHO-ICD11-2024 — World Health Organization. Clinical descriptions and diagnostic requirements for ICD-11 mental, behavioural and neurodevelopmental disorders. 2024.

    Base classificatória de transtornos neurocognitivos. Requisitos clínicos não são questionário autoadministrado nem substituem investigação etiológica.

    manual
  10. DSM5TR-APA — American Psychiatric Association. Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders. 5th ed., text revision. 2022.

    Referência classificatória para transtornos neurocognitivos. Acesso aos critérios não habilita diagnóstico nem uso de instrumentos.

    manual
  11. NICE-NG97 — National Institute for Health and Care Excellence. Dementia: assessment, management and support for people living with dementia and their carers. NG97.

    Diretriz abrangente de avaliação, intervenção, suporte, crise e cuidado paliativo. Requer adaptação à legislação e rede brasileiras.

    diretriz
  12. NICE-CG103 — National Institute for Health and Care Excellence. Delirium: prevention, diagnosis and management in hospital and long-term care. CG103.

    Base para reconhecer mudança aguda e flutuante como possível delirium. Suspeita exige avaliação de saúde, não manejo psicológico isolado.

    diretriz
  13. CFP-ETHICS — Conselho Federal de Psicologia. Código de Ética Profissional do Psicólogo. Resolução CFP nº 010/2005.

    Sustenta dignidade, competência, sigilo, informação e responsabilidade. Curso livre não amplia atribuições.

    norma
  14. CFP-ASSESSMENT — Conselho Federal de Psicologia. Resolução CFP nº 31/2022. Diretrizes para avaliação psicológica e SATEPSI.

    Define avaliação psicológica como processo técnico-científico. Rastreio cognitivo ou teste isolado não diagnostica demência ou capacidade.

    norma
  15. CFP-DOCUMENTS — Conselho Federal de Psicologia. Resolução CFP nº 6/2019 comentada. Elaboração de documentos escritos.

    Orienta finalidade, fundamentação, linguagem e proteção. Documento psicológico não declara etiologia médica nem incapacidade jurídica total.

    norma
  16. CFP-MANUAL-2025 — Conselho Federal de Psicologia. Manual Orientativo de Registro e Elaboração de Documentos Psicológicos. Brasília: CFP; 2025.

    Aprofunda registro, finalidade, linguagem, sigilo, guarda e elaboração documental. Não substitui as resoluções vigentes nem autoriza conclusões fora da competência.

    manual
  17. CFP-OLDER — Conselho Federal de Psicologia. Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) junto às pessoas idosas nas políticas públicas. 2024.

    Referência brasileira para direitos, envelhecimento, políticas e atuação sem etarismo. Não substitui diretriz clínica de demência.

    diretriz
  18. ESTATUTO-IDOSA — Brasil. Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. Estatuto da Pessoa Idosa, texto compilado.

    Base de direitos, proteção e enfrentamento à violência. Aplicação a situações reais deve seguir fluxos e orientação competente.

    norma
  19. LEI-13146 — Brasil. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência.

    Sustenta capacidade legal, decisão apoiada e acessibilidade. Diagnóstico não produz incapacidade total automática.

    norma
  20. LIVINGSTON-2024 — Livingston G et al. Dementia prevention, intervention, and care: 2024 report of the Lancet standing Commission. The Lancet. 2024.

    Síntese ampla de prevenção, cuidado e fatores de risco ao longo da vida. Fração populacional atribuível não prevê caso individual nem autoriza culpa.

    revisao
  21. JACK-2024 — Jack CR Jr et al. Revised criteria for diagnosis and staging of Alzheimer’s disease: Alzheimer’s Association Workgroup. Alzheimer’s & Dementia. 2024.

    Propõe critérios biológicos revisados. Aplicação clínica, prognóstico, acesso e comunicação de biomarcadores permanecem temas de debate e implementação especializada.

    diretriz
  22. ALZ-BBM-2025 — Palmqvist S et al. Alzheimer’s Association clinical practice guideline on the use of blood-based biomarkers in the diagnostic workup of suspected Alzheimer’s disease within specialized care settings. Alzheimer’s & Dementia. 2025.

    Define recomendações baseadas em desempenho para biomarcadores sanguíneos em cuidado especializado. Testes não são rastreio populacional, autodiagnóstico ou substituto da avaliação clínica completa.

    diretriz
  23. MCKEITH-2017 — McKeith IG et al. Diagnosis and management of dementia with Lewy bodies: fourth consensus report of the DLB Consortium. Neurology. 2017.

    Consenso sobre sinais centrais, biomarcadores e manejo em corpos de Lewy. Reconhecimento educativo não equivale a diagnóstico etiológico.

    diretriz
  24. RASCOVSKY-2011 — Rascovsky K et al. Sensitivity of revised diagnostic criteria for the behavioural variant of frontotemporal dementia. Brain. 2011.

    Base para critérios de variante comportamental frontotemporal. Mudança de personalidade exige diferencial neurológico, psiquiátrico e contextual.

    estudo
  25. KITWOOD-1997 — Kitwood T. Dementia Reconsidered: The Person Comes First. Buckingham: Open University Press; 1997.

    Marco teórico do cuidado centrado na pessoa e da personhood. É obra conceitual, não ensaio de eficácia.

    ensaio
  26. BOSS-1999 — Boss P. Ambiguous Loss: Learning to Live with Unresolved Grief. Harvard University Press; 1999.

    Modelo conceitual de perda ambígua útil à experiência familiar. Não é estágio universal nem diagnóstico clínico.

    ensaio
  27. GITLIN-2012 — Gitlin LN, Kales HC, Lyketsos CG. Nonpharmacologic management of behavioral symptoms in dementia. JAMA. 2012.

    Modelo para identificar necessidades, ambiente e suporte ao cuidador. Recomendações precisam ser individualizadas e não substituem avaliação médica.

    revisao
  28. LIVINGSTON-2014 — Livingston G et al. Non-pharmacological interventions for agitation in dementia: systematic review of randomised controlled trials. British Journal of Psychiatry. 2014.

    Encontra benefícios de cuidado centrado na pessoa e comunicação em alguns contextos. Efeitos são específicos e dependem de implementação.

    revisao
  29. BALLARD-2018 — Ballard C et al. Impact of person-centred care training and person-centred activities on quality of life, agitation, and antipsychotic use in dementia: cluster RCT. PLoS Medicine. 2018.

    Ensaio WHELD em instituições encontra efeitos pequenos em qualidade de vida e agitação. Contexto de ILPI e implementação limitam generalização.

    estudo
  30. WHELD-2020 — Ballard C et al. Improving mental health and reducing antipsychotic use in people with dementia in care homes: WHELD programme including two RCTs. 2020.

    Programa complexo com treinamento, atividade e interação social. Benefícios médios não autorizam reproduzir componentes sem capacitação e contexto.

    estudo
  31. WOODS-CST-2023 — Woods B et al. Cognitive stimulation to improve cognitive functioning in people with dementia. Cochrane Database of Systematic Reviews. Updated 2023.

    Revisão atualizada encontra benefícios pequenos em cognição e alguns resultados. Heterogeneidade e significado clínico pedem cautela.

    revisao
  32. CST-BRASIL-2021 — Marinho V et al. Cognitive stimulation therapy for people with dementia in Brazil (CST-Brasil): single-blind randomized controlled trial. International Journal of Geriatric Psychiatry. 2021.

    Estudo brasileiro indica viabilidade, aceitação e benefício em humor. Amostra e contexto limitam conclusões amplas.

    estudo
  33. WOODS-REMINISCENCE-2018 — Woods B et al. Reminiscence therapy for dementia. Cochrane Database of Systematic Reviews. 2018.

    Mostra efeitos pequenos e inconsistentes por formato e desfecho. Reminiscência pode produzir prazer ou sofrimento e requer monitoramento.

    revisao
  34. MACLEOD-2021 — Macleod F et al. Towards an increased understanding of reminiscence therapy for people with dementia: narrative analysis. Dementia. 2021.

    Mostra grande variação de componentes, teoria e entrega. Impede tratar ‘reminiscência’ como pacote uniforme.

    revisao
  35. ORGETA-2014 — Orgeta V et al. Psychological treatments for depression and anxiety in dementia and mild cognitive impairment. Cochrane Database of Systematic Reviews. 2014; update 2022.

    TCC e outras intervenções podem reduzir ligeiramente sintomas de depressão; efeitos e certeza variam, sobretudo para ansiedade.

    revisao
  36. BALVERT-2024 — Balvert SCE et al. Dyadic interventions for community-dwelling people with dementia and caregivers: systematic review and meta-analysis. 2024.

    Sintetiza intervenções diádicas com efeitos heterogêneos. A díade não deve apagar metas próprias de pessoa e cuidador.

    revisao
  37. WALTER-2020 — Walter E, Pinquart M. How effective are dementia caregiver interventions? Meta-analytic review. Gerontologist. 2020.

    Encontra efeitos médios pequenos a moderados em conhecimento, bem-estar e sintomas. Formato, conteúdo e população influenciam resultado.

    revisao
  38. ZHU-2024 — Zhu L et al. Telehealth interventions for caregiver burden and mental health in dementia: systematic review and meta-analysis. Aging & Mental Health. 2024.

    Teleatendimento mostra efeitos pequenos em sobrecarga, depressão e estresse; não houve efeito claro em ansiedade.

    revisao
  39. VANDERSTEEN-2014 — van der Steen JT et al. White paper defining optimal palliative care in older people with dementia: EAPC Delphi study. Palliative Medicine. 2014.

    Consenso para cuidado paliativo em demência com onze domínios. É consenso especializado, não ensaio de eficácia de um modelo único.

    diretriz
  40. VANDERSTEEN-2024 — van der Steen JT et al. Consensus definition of advance care planning in dementia: EAPC taskforce. 2024.

    Define planejamento antecipado como processo relacional e contínuo. Consenso não resolve barreiras legais e de serviço em cada país.

    diretriz
  41. EAPC-ACP-2025 — European Association for Palliative Care Taskforce. Optimizing Advance Care Planning in Dementia: evidence and consensus recommendations. 2025.

    Recomendações sobre capacidade, família, momento e implementação. Planejamento não garante execução futura nem substitui orientação jurídica ou médica.

    diretriz

Recursos com roteiro de estudo

7 vídeos ou recursos institucionais orientados.

Estes recursos integram o percurso e possuem uma pergunta-guia. Os links abrem em nova aba; disponibilidade e conteúdo são responsabilidade das instituições publicadoras.

  1. 01
    Dementia: what you need to know — Organização Mundial da Saúde Módulos 1 e 8

    Registre definição, impacto e princípios de cuidado. Explique por que demência não é envelhecimento normal e por que educação pública não substitui avaliação etiológica.

  2. 02
    Alzheimer e outras demências — Conselho Nacional de Saúde Módulos 1 e 8

    Identifique direitos, rede e desafios para famílias. Separe política pública, experiência relatada e afirmação clínica que precisa de confirmação em diretriz.

  3. 03
    Demências: avaliação e cuidado — Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Módulos 2 a 4

    Construa uma tabela com curso, cognição, funcionalidade, sinais neurológicos e hipóteses diferenciais. Marque o que requer avaliação médica ou interprofissional.

  4. 04
    Estigma e cuidado na demência — SBGG-DF Módulos 6 e 7

    Identifique exemplos de infantilização, substituição de voz e isolamento. Reescreva cada situação em linguagem centrada na pessoa e com apoio proporcional.

  5. 05
    Linha de Cuidado da Demência — Ministério da Saúde Módulos 1 a 8

    Percorra os pontos da linha e produza um fluxo com porta de entrada, avaliação, encaminhamento, retorno, responsável e sinal de urgência aplicável ao seu território.

  6. 06
    PCDT da Doença de Alzheimer — Conitec/Ministério da Saúde Módulos 2 e 3

    Registre critérios, avaliação, tratamento e monitoramento previstos. Diferencie decisão médica, contribuição psicológica e informação que não autoriza automedicação.

  7. 07
    Demência: ficha técnica — Organização Mundial da Saúde Módulos 1 e 8

    Compare fatores de risco, impacto, sinais e cuidado com a Comissão Lancet de 2024. Explique por que prevenção populacional não permite culpabilizar uma pessoa que desenvolve demência.

Referências complementares

Fontes institucionais para continuar o estudo.

Estes links ampliam a consulta e não fazem parte da contagem dos recursos com roteiro de estudo.

  1. 01
    Alzheimer e outras demências — Ministério da Saúde
  2. 02
    Linha de cuidado da demência — Ministério da Saúde
  3. 03
    Demência — Organização Mundial da Saúde
  4. 04
    PCDT da Doença de Alzheimer — Conitec/Ministério da Saúde
  5. 05
    Lei nº 14.878/2024 — Política Nacional de Cuidado Integral às Pessoas com Alzheimer e Outras Demências
  6. 06
    Diretriz de avaliação e cuidado em demência — NICE
  7. 07
    Comissão Lancet 2024 sobre prevenção, intervenção e cuidado — PubMed
  8. 08
    Revisão Cochrane sobre estimulação cognitiva — Cochrane Library
  9. 09
    Redução do risco de declínio cognitivo e demência — OMS, 2ª edição, 2026
  10. 10
    Política Nacional de Cuidados — Lei nº 15.069/2024
  11. 11
    Plano Nacional de Cuidados — Decreto nº 12.562/2025
  12. 12
    Diretriz sobre biomarcadores sanguíneos para Alzheimer — PubMed, 2025
  13. 13
    Manual de registro e documentos psicológicos — CFP, 2025

Incluído na matrícula

Conteúdo, aplicação e conclusão.

  • Apostila digital protegida com 8 módulos
  • 5 materiais de apoio estruturados e atividades aplicadas
  • 41 referências científicas ou oficiais comentadas
  • 7 recursos audiovisuais ou institucionais com roteiro de estudo
  • Desafio inicial de raciocínio profissional com registro
  • Prova final segura com 10 questões e critério de 70%
  • Certificado digital verificável de 40 horas

Materiais de apoio

  1. 01Linha de mudança cognitiva e funcional
  2. 02Registro ABC de comportamento e necessidade
  3. 03Roteiro de comunicação centrada na pessoa
  4. 04Mapa do cuidador e da rede
  5. 05Plano longitudinal de decisão, segurança e conforto

Certificação automática

Certificado só depois do percurso.

Para receber o certificado digital de 40 horas, a pessoa matriculada deve registrar o desafio, concluir todos os módulos e atingir pelo menos 70% na prova final de 10 questões.

Ao alcançar os critérios, o sistema gera o código individual e libera o certificado na área do aluno. A autenticidade pode ser verificada sem expor o e-mail.

Ver regras de certificação

Limites responsáveis

Aprender não é substituir cuidado, supervisão ou habilitação.

Este é um curso livre de atualização. O conteúdo não substitui psicoterapia, avaliação clínica, supervisão, protocolos institucionais, assessoria jurídica ou ocupacional e não autoriza o exercício da Psicologia.

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