Curso livre · Clínica

Psicologia Clínica: Avaliação, Formulação de Caso e Planejamento Terapêutico

Decisão clínica baseada em evidências, aliança, segurança, monitoramento e responsabilidade ética.

InvestimentoR$ 89,90
Carga horária40 horas
FormatoOn-line · autoinstrucional
ConclusãoProva + certificado

Sobre o percurso

Curso livre orientado, aplicado e verificável.

Curso livre de atualização profissional e orientação transteórica, com normas do CFP e 33 referências oficiais e científicas sobre prática baseada em evidências, avaliação, formulação colaborativa, aliança, preferências, planejamento, risco, monitoramento, documentos, clínica digital e uso ético de inteligência artificial.

Para quem foi pensado: Psicólogas(os), residentes e estudantes dos períodos finais de Psicologia sob supervisão.

Curso livre de atualização profissional e orientação transteórica sobre decisões clínicas do primeiro contato ao encerramento. O percurso ensina a integrar normas brasileiras, avaliação, formulação colaborativa, aliança, melhor evidência disponível, preferências, risco, monitoramento, documentos e tecnologias. Não ensina uma abordagem completa, não oferece protocolo para casos reais e não substitui graduação, habilitação, supervisão ou treinamento em crise.

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Oferta por OZIANE PRISCILA DOS REIS PSICOLOGIA LTDA · CNPJ 65.656.900/0001-37

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Desafio inicial · obrigatório

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Caso integrador inicial — antes de escolher uma técnica, o que precisa ser compreendido?

Mariana, 34 anos, procura atendimento on-line por 'ansiedade e burnout' e pede diagnóstico, laudo para afastamento e cura em quatro sessões. Dorme pouco, aumentou o consumo de álcool, utiliza medicação emprestada e faltou ao trabalho. Diz que o companheiro controla seu celular e suas finanças. Relata que, em alguns dias, pensa que seria melhor não acordar, mas pede segredo e não quer que isso apareça no registro. O empregador oferece pagar as sessões se receber relatórios mensais. A profissional ainda não confirmou a cidade onde Mariana estará durante os atendimentos nem possui rede de urgência no território dela.

Sua tarefa antes de começar: Antes de estudar os módulos, produza uma análise provisória em oito blocos: fatos e rótulos; riscos e urgências; hipóteses concorrentes; informações faltantes; conflitos de interesse e limites de sigilo; competência e rede necessária; ações das primeiras 24 horas e das duas primeiras semanas; e critérios para revisar a formulação e o plano. Não feche diagnóstico nem selecione técnica ainda. Indique o que cabe à Psicologia, o que exige avaliação interprofissional e o que não pode ser prometido.

  • Ansiedade, privação de sono, álcool, medicação, violência relacional e risco de suicídio podem interagir sem constituir uma explicação única.
  • Pedido de laudo, pagamento por terceiro e relatório ao empregador exigem finalidade, consentimento, independência técnica e minimização de dados.
  • Atendimento remoto exige localização, contingência de conexão, contato seguro e rede compatível com o território.
  • Uma formulação responsável declara incertezas, proteção, preferências e dados que podem contradizer a hipótese inicial.

A resposta é registrada na área do aluno e serve para comparar sua compreensão antes e depois do estudo. Não recebe nota.

Objetivos de aprendizagem

Ao concluir, você deverá ser capaz de:

Os objetivos orientam as atividades e a prova final. Não equivalem a habilitação profissional.

  1. 01

    Avaliar demanda, segurança, contexto, competência e adequação antes de aceitar ou planejar atendimento.

  2. 02

    Construir formulação provisória com 5Ps, contexto, hipóteses concorrentes e devolutiva colaborativa.

  3. 03

    Planejar cuidado integrando evidência, expertise, cultura, preferências, barreiras e indicadores.

  4. 04

    Monitorar aliança, resultados e possíveis danos, revisando o plano diante de não resposta.

  5. 05

    Documentar, avaliar usos de inteligência artificial, atender por tecnologias, manejar continuidade e encerrar de modo ético e responsável.

Escopo profissional

Para quem é, o que exige e como se estuda.

A bibliografia reúne 33 fontes oficiais e revisadas por pares. Meta-análises sustentam associações e benefícios médios em aliança, empatia, preferências e monitoramento, mas apresentam heterogeneidade e não permitem prometer resultado individual. Formulação possui confiabilidade variável; escalas de risco têm baixo valor preditivo positivo; efeitos adversos são submonitorados. O guia do CFP sobre inteligência artificial reforça supervisão humana, proteção de dados e responsabilidade profissional. Por isso, o curso ensina decisão transparente, revisão e limites — não certeza artificial.

Público

Psicólogas(os), residentes e estudantes dos períodos finais de Psicologia sob supervisão. Outros profissionais podem estudar princípios interdisciplinares, mas o curso não autoriza atos privativos da Psicologia.

Pré-requisitos

  • Formação em Psicologia ou vínculo acadêmico compatível para aplicação profissional; estudantes devem atuar somente dentro de estágio e supervisão.
  • Leitura do Código de Ética e das resoluções vigentes indicadas na bibliografia.
  • Compromisso de usar exclusivamente casos fictícios nas atividades e não inserir dados identificáveis.
  • Para manejo real de crise, avaliação psicológica ou técnica específica, formação, supervisão e rede compatíveis são indispensáveis.

Metodologia

  • Oito módulos autorais com conceitos, distinções clínicas, normas, leitura crítica e aplicação.
  • Oito casos fictícios progressivos e um caso integrador inicial, sem uso de dados de pacientes.
  • Trinta e três referências oficiais ou revisadas por pares, comentadas por utilidade e limite.
  • Cinco materiais profissionais estruturados, leituras orientadas, sínteses e registros reflexivos.
  • Prova final situacional de 10 questões, correção no servidor e certificado após 70% de aproveitamento.

Composição da carga horária

40 horas de estudo planejado.

A carga combina leitura, atividades, vídeos e avaliação; não representa apenas tempo de tela.

11hAulas autorais e apostila digital
9hLeituras científicas e normativas orientadas
12hEstudos de caso e cinco materiais profissionais
5hVídeos, sínteses e registros reflexivos
1hDesafio integrador inicial
2hRevisão e prova situacional final

Programa completo

8 módulos conectados pela prática.

A página apresenta o mapa do percurso. Na área protegida, cada módulo desenvolve teoria, relações entre conceitos, evidências e limites, caso aplicado, leitura orientada e atividade profissional.

01

Fundamentos éticos, científicos e contrato clínico

O módulo organiza a psicoterapia como prática profissional regulada e processo de decisão baseado em evidências, delimita competência e transforma consentimento, assentimento, contrato e sigilo em conversas verificáveis — não em formulários decorativos.

4 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
02

Entrevistas iniciais, avaliação clínica e hipóteses diferenciais

Avaliar é construir informação suficiente para decidir com segurança: demanda, trajetória, funcionamento, saúde, substâncias, violência, risco, recursos, contexto e expectativas. Diagnóstico e teste podem compor o processo, mas não substituem raciocínio clínico.

3 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
03

Formulação colaborativa: dos dados às hipóteses testáveis

Formulação conecta problemas atuais, predisponentes, precipitantes, mantenedores, protetivos, significados e contexto. Ela organiza prioridades e mecanismos de mudança, mas deve declarar incertezas, ser compartilhável e mudar quando os dados mudam.

3 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
04

Aliança, empatia, preferências e reparação de rupturas

Aliança não é simpatia nem concordância permanente: envolve vínculo e acordo suficiente sobre objetivos e tarefas. O módulo transforma empatia, preferência, humildade cultural e rupturas em indicadores observáveis e conversas clínicas.

3 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
05

Planejamento terapêutico baseado em evidências e mecanismos

O plano traduz formulação em prioridades, metas, mecanismos, intervenções, indicadores e revisão. Selecionar uma técnica requer evidência pertinente, competência, aceitabilidade e racional compartilhável; combinar recursos sem lógica não é integração.

3 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
06

Risco, crise, autolesão e plano de segurança

Risco é dinâmico e exige avaliação terapêutica, formulação, ações proporcionais e continuidade. Escalas não preveem com precisão quem morrerá; plano de segurança, rede e registro precisam ser concretos e atualizados.

3 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
07

Monitoramento de resultados, efeitos adversos e não resposta

Acompanhar mudança protege contra tratamento por inércia. O módulo combina metas, funcionamento, medidas breves, feedback da pessoa, aliança e eventos indesejados para decidir quando manter, adaptar, supervisionar ou encaminhar.

3 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
08

Registros, documentos, clínica digital e encerramento

O módulo final integra proteção de dados, registro pertinente, documentos por finalidade, uso crítico de inteligência artificial, contingências digitais e término responsável. Encerrar é uma decisão clínica que consolida aprendizagem, explicita pendências e organiza continuidade.

4 núcleos de estudo · 3 análises de evidência · 1 atividade

Base científica auditável

33 referências oficiais e revisadas por pares.

A bibliografia reúne 33 fontes oficiais e revisadas por pares. Meta-análises sustentam associações e benefícios médios em aliança, empatia, preferências e monitoramento, mas apresentam heterogeneidade e não permitem prometer resultado individual. Formulação possui confiabilidade variável; escalas de risco têm baixo valor preditivo positivo; efeitos adversos são submonitorados. O guia do CFP sobre inteligência artificial reforça supervisão humana, proteção de dados e responsabilidade profissional. Por isso, o curso ensina decisão transparente, revisão e limites — não certeza artificial.

Consultar bibliografia comentada completa
  1. CFP-ETICA — Conselho Federal de Psicologia. Código de Ética Profissional do Psicólogo. Resolução CFP nº 010/2005.

    Base normativa para dignidade, direitos humanos, competência, sigilo, informação, relações profissionais e responsabilidade pelo serviço prestado.

    norma
  2. CFP-PSICOTERAPIA-2022 — Conselho Federal de Psicologia. Resolução CFP nº 13/2022. Diretrizes e deveres para o exercício da psicoterapia por psicóloga e psicólogo.

    Define deveres relativos a competência, informação, contrato, registro, sigilo, supervisão, encaminhamento, publicidade e uso crítico de conhecimentos na psicoterapia.

    norma
  3. CFP-AVALIACAO-2022 — Conselho Federal de Psicologia. Resolução CFP nº 31/2022. Diretrizes para a realização de Avaliação Psicológica e regulamentação do SATEPSI.

    Situa avaliação psicológica como processo técnico-científico que integra métodos, técnicas e instrumentos pertinentes à finalidade, sem equivaler à aplicação isolada de testes.

    norma
  4. CFP-SATEPSI — Conselho Federal de Psicologia. Sistema de Avaliação de Testes Psicológicos — SATEPSI. Consulta oficial de instrumentos e condições de uso.

    Fonte oficial a ser consultada antes do uso de testes psicológicos; situação favorável não dispensa finalidade, competência, integração de fontes e análise contextual.

    instrumento
  5. CFP-DOCUMENTOS-2019 — Conselho Federal de Psicologia. Resolução CFP nº 06/2019 comentada. Elaboração de documentos escritos produzidos pela psicóloga e pelo psicólogo.

    Diferencia modalidades documentais e orienta finalidade, fundamentação, linguagem, estrutura, guarda e comunicação responsável.

    norma
  6. CFP-REGISTRO-2009 — Conselho Federal de Psicologia. Resolução CFP nº 001/2009. Obrigatoriedade do registro documental decorrente da prestação de serviços psicológicos.

    Orienta registro sistemático, sucinto, atualizado, protegido e tecnicamente pertinente à continuidade e à responsabilização profissional.

    norma
  7. CFP-DIGITAL-2024 — Conselho Federal de Psicologia. Resolução CFP nº 09/2024. Exercício profissional da Psicologia mediado por Tecnologias Digitais da Informação e da Comunicação.

    Regulamenta responsabilidade, adequação, identificação, privacidade, território, emergência e condições técnicas nos serviços mediados por TDICs.

    norma
  8. CFP-IA-2025 — Conselho Federal de Psicologia. Inteligência Artificial na Psicologia: guia para uma prática ética e responsável. Brasília: CFP; 2025.

    Orienta análise crítica de qualidade, segurança, eficácia, privacidade, vieses e consentimento no uso de IA. A ferramenta não substitui julgamento ético-técnico, supervisão humana nem responsabilidade profissional.

    guia
  9. LGPD-2018 — Brasil. Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018. Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais. Texto compilado.

    Marco para finalidade, necessidade, segurança, direitos dos titulares e proteção reforçada de dados pessoais sensíveis, incluindo dados de saúde.

    norma
  10. CFP-MANUAL-2025 — Conselho Federal de Psicologia. Manual Orientativo de Registro e Elaboração de Documentos Psicológicos. Brasília: CFP; 2025.

    Material atualizado para raciocinar sobre registro, comunicação escrita, finalidade e exposição necessária, sem substituir a leitura das resoluções vigentes.

    manual
  11. APA-EBPP-2006 — American Psychological Association Presidential Task Force on Evidence-Based Practice. Evidence-based practice in psychology. Am Psychol. 2006;61(4):271-285. PMID: 16719673.

    Marco que integra melhor evidência disponível, expertise clínica e características, cultura e preferências da pessoa na decisão clínica.

    diretriz
  12. MELCHERT-2024 — Melchert TP, et al. Evidence-based practice in psychology: context, guidelines, and action. Am Psychol. 2024;79(6):824-837. doi:10.1037/amp0001253.

    Atualiza o modelo de prática baseada em evidências e discute forças, limites e integração dos três componentes na decisão em saúde psicológica.

    diretriz
  13. SPRING-2007 — Spring B. Evidence-based practice in clinical psychology: what it is, why it matters; what you need to know. J Clin Psychol. 2007;63(7):611-631. PMID: 17551934.

    Explica prática baseada em evidências como processo de decisão, não como obediência automática a um manual ou preferência teórica.

    ensaio
  14. FLINN-2015 — Flinn L, Braham L, das Nair R. How reliable are case formulations? A systematic literature review. Br J Clin Psychol. 2015;54(3):266-290. PMID: 25515566.

    Revisão indica confiabilidade variável das formulações e provável melhora com treinamento e experiência; sustenta explicitar evidências e incertezas.

    revisao
  15. EELLS-2005 — Eells TD, Lombart KG, Kendjelic EM, Turner LC, Lucas CP. The quality of psychotherapy case formulations: a comparison of expert, experienced, and novice cognitive-behavioral and psychodynamic therapists. J Consult Clin Psychol. 2005;73(4):579-589. PMID: 16173845.

    Estudo de qualidade de formulações mostra diferenças associadas a expertise e estrutura, útil para ensinar formulação como competência treinável.

    estudo
  16. FLUCKIGER-2018 — Flückiger C, Del Re AC, Wampold BE, Horvath AO. The alliance in adult psychotherapy: a meta-analytic synthesis. Psychotherapy. 2018;55(4):316-340. PMID: 29792475.

    Síntese ampla associa aliança e resultado em diferentes tratamentos; associação consistente não autoriza tratá-la como causa única ou técnica independente.

    revisao
  17. ELLIOTT-2018 — Elliott R, Bohart AC, Watson JC, Murphy D. Therapist empathy and client outcome: an updated meta-analysis. Psychotherapy. 2018;55(4):399-410. doi:10.1037/pst0000175.

    Meta-análise encontrou associação moderada entre empatia percebida e desfechos, com heterogeneidade e influência da forma de mensuração.

    revisao
  18. EUBANKS-2018 — Eubanks CF, Muran JC, Safran JD. Alliance rupture repair: a meta-analysis. Psychotherapy. 2018;55(4):508-519. PMID: 30335462.

    Reúne evidências sobre reconhecimento e reparação de rupturas; base ainda não permite uma receita universal para todos os contextos.

    revisao
  19. SWIFT-2018 — Swift JK, Callahan JL, Cooper M, Parkin SR. The impact of accommodating client preference in psychotherapy: a meta-analysis. J Clin Psychol. 2018;74(11):1924-1937. doi:10.1002/jclp.22680.

    Meta-análise de 53 estudos associa acomodação de preferências a menor abandono e melhores resultados médios, com moderação por desenho e desfecho.

    revisao
  20. EIGENHUIS-2024 — Eigenhuis E, van Buuren VEM, Boeschoten RE, et al. The effects of patient preference on clinical outcome, satisfaction and adherence within the treatment of anxiety and depression: a meta-analysis. Clin Psychol Psychother. 2024;31(3):e2985. doi:10.1002/cpp.2985.

    Síntese recente encontrou efeitos modestos e resultados distintos entre desfecho clínico, satisfação e adesão; preferência importa sem garantir maior melhora sintomática.

    revisao
  21. HOOK-2013 — Hook JN, Davis DE, Owen J, Worthington EL Jr, Utsey SO. Cultural humility: measuring openness to culturally diverse clients. J Couns Psychol. 2013;60(3):353-366. PMID: 23647387.

    Propõe humildade cultural como postura relacional de abertura, reconhecimento de limites e redução de assimetrias, não como domínio total de culturas alheias.

    estudo
  22. LAMBERT-2018 — Lambert MJ, Whipple JL, Kleinstäuber M. Collecting and delivering progress feedback: a meta-analysis of routine outcome monitoring. Psychotherapy. 2018;55(4):520-537. PMID: 30335463.

    Síntese sobre mensuração rotineira e devolução de progresso; efeitos variam e tendem a ser mais úteis quando o tratamento não segue a trajetória esperada.

    revisao
  23. DEJONG-2021 — de Jong K, et al. Using progress feedback to improve outcomes and reduce drop-out: a multilevel meta-analysis. Clin Psychol Rev. 2021;85:102002. PMID: 33721605.

    Meta-análise encontra benefício médio pequeno do feedback de progresso, com variação entre sistemas, contextos e respostas clínicas aos alertas.

    revisao
  24. BARKHAM-2023 — Barkham M, de Jong K, Delgadillo J, Lutz W. Routine Outcome Monitoring (ROM) and Feedback: research review and recommendations. Psychother Res. 2023;33(7):841-855. doi:10.1080/10503307.2023.2181114.

    Revisão discute benefícios médios, implementação, devolutiva e condições necessárias para que medidas apoiem — e não substituam — a conversa clínica.

    revisao
  25. HONKALAMPI-2024 — Honkalampi K, Urhonen HR, Virtanen M. Negative effects in randomized controlled trials of psychotherapies and psychological interventions: a systematic review. Psychother Res. 2024. doi:10.1080/10503307.2024.2301972.

    Revisão mostra que efeitos negativos são pouco monitorados e frequentemente reduzidos a abandono, limitando afirmações de segurança e reforçando acompanhamento ativo de danos.

    revisao
  26. NICE-NG225 — National Institute for Health and Care Excellence. Self-harm: assessment, management and preventing recurrence. NICE guideline NG225. 2022, updated.

    Diretriz orienta avaliação psicossocial, segurança, continuidade e prevenção de recorrência, e desaconselha usar escalas para prever ou decidir alta isoladamente.

    diretriz
  27. WHO-LIVE-LIFE — World Health Organization. LIVE LIFE: an implementation guide for suicide prevention in countries. Geneva: WHO; 2021.

    Guia de saúde pública para prevenção do suicídio, vigilância, comunicação responsável, intervenção e pósvenção; requer adaptação aos fluxos locais.

    diretriz
  28. HAWTON-2022 — Hawton K, Lascelles K, Pitman A, et al. Assessment of suicide risk in mental health practice: shifting from prediction to therapeutic assessment, formulation, and risk management. Lancet Psychiatry. 2022. PMID: 35952701.

    Defende deslocar o foco de classificação preditiva para avaliação terapêutica, formulação individual e manejo dinâmico de risco.

    revisao
  29. CARTER-2017 — Carter G, Milner A, McGill K, et al. Predicting suicidal behaviours using clinical instruments: systematic review and meta-analysis of positive predictive values for risk scales. Br J Psychiatry. 2017;210(6):387-395. PMID: 28302700.

    Meta-análise mostra baixo valor preditivo positivo de escalas; categorias de risco não devem ser usadas como atalho para segurança ou acesso a cuidado.

    revisao
  30. NUIJ-2021 — Nuij C, van Ballegooijen W, de Beurs D, et al. Safety planning-type interventions for suicide prevention: meta-analysis. Br J Psychiatry. 2021;219(2):419-426. doi:10.1192/bjp.2021.50.

    Síntese sustenta intervenções de segurança e acompanhamento após crise, mas combina programas diferentes e não substitui avaliação individual nem rede disponível.

    revisao
  31. STANLEY-2018 — Stanley B, Brown GK, Brenner LA, et al. Comparison of the Safety Planning Intervention with follow-up versus usual care of suicidal patients treated in the emergency department. JAMA Psychiatry. 2018;75(9):894-900. PMID: 29998307.

    Estudo de coorte encontrou menos comportamento suicida e maior vinculação a tratamento com plano de segurança e contatos de seguimento; desenho não randomizado limita causalidade.

    estudo
  32. GRINER-2006 — Griner D, Smith TB. Culturally adapted mental health intervention: a meta-analytic review. Psychotherapy. 2006;43(4):531-548. PMID: 22122142.

    Revisão sugere benefício médio de intervenções culturalmente adaptadas, com grande diversidade de populações, métodos e tipos de adaptação.

    revisao
  33. LAMBERT-2011 — Lambert MJ, Shimokawa K. Collecting client feedback. Psychotherapy. 2011;48(1):72-79. PMID: 21401277.

    Revisão clínica chama atenção para deterioração e para sistemas de feedback como recurso de detecção, sem transformar um escore em decisão automática.

    revisao

Recursos com roteiro de estudo

7 vídeos ou recursos institucionais orientados.

Estes recursos integram o percurso e possuem uma pergunta-guia. Os links abrem em nova aba; disponibilidade e conteúdo são responsabilidade das instituições publicadoras.

  1. 01
    Resolução CFP nº 13/2022 sobre psicoterapia — CFP Módulo 1

    Registre deveres sobre competência, informação, contrato, registro e encerramento; diferencie norma profissional de evidência de eficácia.

  2. 02
    Resolução CFP nº 6/2019 e documentos psicológicos — CFP Módulo 8

    Construa uma tabela com finalidade, base, destinatário e conteúdo mínimo de cada modalidade documental discutida.

  3. 03
    A Psicologia frente ao mundo digital — CFP Módulo 8

    Liste riscos de privacidade, identidade, território, conexão e emergência e converta cada um em uma contingência concreta.

  4. 04
    SATEPSI — consulta oficial de testes psicológicos Módulo 2

    Escolha um instrumento apenas para fins de estudo e registre finalidade, público, situação no SATEPSI, condições aprovadas, limites e qual decisão ele poderia — ou não — apoiar.

  5. 05
    Manual Orientativo de Registro e Elaboração de Documentos Psicológicos — CFP Módulo 8

    Compare registro documental, declaração, atestado, relatório, laudo e parecer; para cada modalidade, identifique finalidade, destinatário, base técnica e risco de exposição excessiva.

  6. 06
    Inteligência Artificial na Psicologia: guia para uma prática ética e responsável — CFP Módulo 8

    Aplique o checklist do guia a uma ferramenta fictícia de transcrição ou apoio à escrita: examine finalidade, dados sensíveis, consentimento, vieses, supervisão humana, responsabilidade e alternativa sem IA.

  7. 07
    Self-harm: assessment, management and preventing recurrence — NICE NG225 Módulo 6

    Localize as recomendações sobre avaliação psicossocial, escalas de risco, plano de segurança e continuidade; explique por que uma categoria de risco não pode decidir sozinha alta ou acesso ao cuidado.

Referências complementares

Fontes institucionais para continuar o estudo.

Estes links ampliam a consulta e não fazem parte da contagem dos recursos com roteiro de estudo.

  1. 01
    Resolução CFP nº 13/2022 — exercício da psicoterapia
  2. 02
    Resolução CFP nº 31/2022 — avaliação psicológica
  3. 03
    Resolução CFP nº 06/2019 comentada — documentos psicológicos
  4. 04
    Manual orientativo de registro e elaboração de documentos — CFP
  5. 05
    Guia para uso ético e responsável de inteligência artificial na Psicologia — CFP
  6. 06
    Meta-análise da aliança em psicoterapia — PubMed
  7. 07
    Meta-análise de monitoramento de resultados — PubMed

Incluído na matrícula

Conteúdo, aplicação e conclusão.

  • Apostila digital protegida com 8 módulos
  • 5 materiais de apoio estruturados e atividades aplicadas
  • 33 referências científicas ou oficiais comentadas
  • 7 recursos audiovisuais ou institucionais com roteiro de estudo
  • Desafio inicial de raciocínio profissional com registro
  • Prova final segura com 10 questões e critério de 70%
  • Certificado digital verificável de 40 horas

Materiais de apoio

  1. 01Matriz de entrevista inicial, triagem e sinais de alerta
  2. 02Formulação colaborativa 5Ps + contexto
  3. 03Plano terapêutico baseado em evidências
  4. 04Plano de segurança e mapa de rede — uso educacional
  5. 05Painel de progresso, efeitos adversos e encerramento

Certificação automática

Certificado só depois do percurso.

Para receber o certificado digital de 40 horas, a pessoa matriculada deve registrar o desafio, concluir todos os módulos e atingir pelo menos 70% na prova final de 10 questões.

Ao alcançar os critérios, o sistema gera o código individual e libera o certificado na área do aluno. A autenticidade pode ser verificada sem expor o e-mail.

Ver regras de certificação

Limites responsáveis

Aprender não é substituir cuidado, supervisão ou habilitação.

Este é um curso livre de atualização. O conteúdo não substitui psicoterapia, avaliação clínica, supervisão, protocolos institucionais, assessoria jurídica ou ocupacional e não autoriza o exercício da Psicologia.

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