Curso livre · Saúde mental no trabalho

Psicologia e NR-1: Riscos Psicossociais Relacionados ao Trabalho

Riscos psicossociais relacionados ao trabalho e prevenção organizacional.

InvestimentoR$ 69,90
Carga horária40 horas
FormatoOn-line · autoinstrucional
ConclusãoProva + certificado

Sobre o percurso

Curso livre orientado, aplicado e verificável.

Curso livre de atualização profissional baseado na NR-1 vigente, NR-17, manuais do MTE e da Fundacentro e 32 referências oficiais e científicas sobre trabalho real, avaliação organizacional, prevenção na fonte e monitoramento.

Para quem foi pensado: Psicologia, SST, RH, lideranças e representantes de trabalhadores.

Curso livre de atualização profissional e interdisciplinar para compreender e participar do gerenciamento de fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho conforme a NR-1 vigente desde 26 de maio de 2026, em articulação com NR-17, trabalho real, evidência científica, participação, ética e proteção de dados. O curso não entrega PGR pronto, não habilita atos fora da formação de origem e não substitui consultoria de SST, ergonomia, medicina do trabalho ou orientação jurídica.

Matrícula automática

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Desafio inicial · obrigatório

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A empresa quer medir a ‘fragilidade’ dos trabalhadores

Uma central de atendimento cresceu rapidamente. Há metas incompatíveis com o quadro, mensagens fora da jornada, humilhações públicas por resultado e aumento de erros e ausências. A direção propõe aplicar um teste para identificar pessoas ‘pouco resilientes’, oferecer meditação e encerrar o assunto no PGR. O turno noturno, terceirizados e pessoas recém-admitidas quase não participam das reuniões.

Sua tarefa antes de começar: Produza uma análise técnica preliminar: diferencie perigo, fator, exposição e possível desfecho; indique grupos e fontes de dados; proponha proteções imediatas, avaliação organizacional e medidas na fonte; registre limites, participação, indicadores e gatilhos de revisão.

  • Trabalho prescrito e real, grupos expostos e desigualdades
  • Triangulação, participação segura e limites dos instrumentos
  • Hierarquia de prevenção, plano de ação, monitoramento e revisão

A resposta é registrada na área do aluno e serve para comparar sua compreensão antes e depois do estudo. Não recebe nota.

Objetivos de aprendizagem

Ao concluir, você deverá ser capaz de:

Os objetivos orientam as atividades e a prova final. Não equivalem a habilitação profissional.

  1. 01

    Interpretar a posição dos fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho no GRO/PGR e sua articulação com a NR-17.

  2. 02

    Reconstruir o trabalho real, reconhecendo perigos, exposições, grupos e desigualdades sem atribuir o problema à fragilidade individual.

  3. 03

    Planejar avaliação organizacional com participação protegida, triangulação de fontes e limites explícitos dos instrumentos.

  4. 04

    Classificar e priorizar riscos de forma documentada, considerando gravidade, probabilidade, pessoas expostas e efetividade dos controles.

  5. 05

    Desenhar medidas na fonte, acompanhar implementação e efeitos e revisar controles ineficazes.

Escopo profissional

Para quem é, o que exige e como se estuda.

A base reúne 32 fontes: NR-1 e NR-17 vigentes, Portaria MTE nº 1.419/2024, perguntas e manuais do MTE de 2025–2026, diretrizes Fundacentro, OMS, OIT e ISO, Código de Ética, LGPD e estudos revisados por pares sobre modelos psicossociais, instrumentos, saúde mental, burnout, jornadas, violência e intervenções. O curso apresenta achado e limite lado a lado: associações populacionais orientam prevenção, mas não produzem nexo individual automático; escalas apoiam avaliação, mas não substituem trabalho real; ações individuais podem ajudar, mas não controlam fontes organizacionais preservadas.

Público

Psicólogas(os), profissionais de Segurança e Saúde no Trabalho, ergonomia, saúde do trabalhador, RH, gestão de pessoas, lideranças, membros de CIPA, representantes de trabalhadores e estudantes dessas áreas. A aplicação deve respeitar competência, atribuições profissionais e legislação vigente.

Pré-requisitos

  • Disponibilidade para ler a NR-1 vigente, a NR-17, manuais oficiais e artigos científicos; parte da bibliografia internacional está em inglês.
  • Compromisso de usar apenas casos fictícios nas atividades e de não inserir dados de trabalhadores, denúncias, prontuários ou organizações identificáveis.
  • Compreensão de que avaliação real exige governança, participação, profissionais competentes, proteção de dados e conhecimento do processo de trabalho.
  • Para psicólogas(os), leitura do Código de Ética e uso de instrumentos psicológicos somente nas condições profissionais e normativas aplicáveis.

Metodologia

  • Oito módulos autorais com leitura normativa, conceitos, aplicação e limites da evidência.
  • Oito casos fictícios, desafio inicial integrador e atividades com produtos profissionais.
  • Trinta e duas referências oficiais, científicas e normativas comentadas por utilidade e limite.
  • Cinco materiais profissionais, sete vídeos ou recursos institucionais orientados e fichamentos vinculados aos módulos.
  • Avaliação situacional de 10 questões, correção no servidor e certificado após pelo menos 70% de aproveitamento.

Composição da carga horária

40 horas de estudo planejado.

A carga combina leitura, atividades, vídeos e avaliação; não representa apenas tempo de tela.

10hAulas autorais e apostila digital
9hLeitura da NR-1, NR-17 e manuais oficiais
7hArtigos científicos e fichamentos orientados
7hOito estudos de caso e atividades aplicadas
3hCinco materiais profissionais de apoio
2hVídeos explicativos e registros de estudo
1hDesafio integrador inicial
1hRevisão e avaliação final

Programa completo

8 módulos conectados pela prática.

A página apresenta o mapa do percurso. Na área protegida, cada módulo desenvolve teoria, relações entre conceitos, evidências e limites, caso aplicado, leitura orientada e atividade profissional.

01

Arquitetura da NR-1: GRO, PGR e responsabilidades

A nova redação do capítulo 1.5 está vigente desde 26 de maio de 2026. O módulo localiza os fatores psicossociais no GRO, distingue processo e documentos e transforma requisitos em perguntas verificáveis.

5 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
02

Fatores psicossociais: modelos, evidência e não culpabilização

Fatores psicossociais emergem do desenho, conteúdo, organização, gestão e relações do trabalho. Modelos científicos organizam hipóteses; nenhum deles substitui a atividade real ou autoriza diagnosticar a força de trabalho.

4 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
03

Trabalho prescrito, trabalho real e integração com a NR-17

A avaliação psicossocial precisa alcançar a atividade efetivamente realizada. AEP e AET ajudam a compreender exigências, variabilidade, estratégias, obstáculos e condições que organogramas e procedimentos não mostram.

4 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
04

Diagnóstico organizacional: participação, fontes e ética dos dados

Uma avaliação confiável combina documentos, indicadores, observação, escuta e instrumentos, com finalidade clara, participação protegida e devolutiva. Coleta excessiva ou identificável pode criar novo risco.

4 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
05

Instrumentos, avaliação e classificação do risco

Escalas podem ampliar cobertura e comparabilidade, mas não produzem diagnóstico organizacional automático. A avaliação combina severidade e probabilidade, documenta critérios, examina controles e preserva incerteza.

4 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
06

Prevenção na fonte e plano de ação verificável

Prevenção começa por eliminar ou reduzir fontes e reorganizar o trabalho. Apoio psicológico, formação e autocuidado podem complementar, mas não compensam metas inviáveis, violência, jornada excessiva ou falta de recurso.

4 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
07

Violência, assédio, sofrimento e respostas seguras

Violência e assédio são fatores graves, atravessados por poder, repetição, contexto e proteção. Avaliação de risco ocupacional, denúncia, cuidado clínico e investigação têm finalidades diferentes e não devem ser misturados.

4 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
08

Monitoramento, revisão e governança do sistema

Gerenciamento continua após o plano. O módulo integra indicadores de implementação, exposição, saúde, segurança e equidade; define gatilhos de revisão e encerra com um caso completo auditável.

4 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade

Base científica auditável

32 referências oficiais e revisadas por pares.

A base reúne 32 fontes: NR-1 e NR-17 vigentes, Portaria MTE nº 1.419/2024, perguntas e manuais do MTE de 2025–2026, diretrizes Fundacentro, OMS, OIT e ISO, Código de Ética, LGPD e estudos revisados por pares sobre modelos psicossociais, instrumentos, saúde mental, burnout, jornadas, violência e intervenções. O curso apresenta achado e limite lado a lado: associações populacionais orientam prevenção, mas não produzem nexo individual automático; escalas apoiam avaliação, mas não substituem trabalho real; ações individuais podem ajudar, mas não controlam fontes organizacionais preservadas.

Consultar bibliografia comentada completa
  1. MTE-NR1-2026 — Brasil. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora nº 1 — Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. Redação do capítulo 1.5 vigente desde 26 maio 2026.

    Texto normativo central. Inclui expressamente os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho entre os fatores ergonômicos abrangidos pelo GRO, reforça participação, critérios documentados, plano de ação, acompanhamento e revisão.

    norma
  2. MTE-PORTARIA-1419 — Brasil. Ministério do Trabalho e Emprego. Portaria MTE nº 1.419, de 27 de agosto de 2024. Aprova a nova redação do capítulo 1.5 e altera o Anexo I da NR-1.

    Ato que aprovou a redação estudada. Deve ser lido com as atualizações, retificações e a página oficial da NR-1; um arquivo antigo ou apresentação de terceiros não substitui a versão vigente.

    norma
  3. MTE-PERGUNTAS-2026 — Brasil. Ministério do Trabalho e Emprego. Perguntas e Respostas sobre o Capítulo 1.5 da NR-1 — GRO/PGR. Maio de 2026.

    Orientação oficial dinâmica para dúvidas operacionais. Ajuda a interpretar o capítulo 1.5, mas não substitui o texto normativo nem elimina a necessidade de analisar a situação concreta.

    manual
  4. MTE-GUIA-2025 — Brasil. Ministério do Trabalho e Emprego. Guia de informações sobre os fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho. 2025.

    Introdução oficial aos fatores relacionados à organização e às relações de trabalho. É ponto de partida, não lista fechada nem questionário obrigatório.

    manual
  5. MTE-MANUAL-2026 — Brasil. Ministério do Trabalho e Emprego. Manual de interpretação e aplicação do capítulo 1.5 da NR-1: Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. 2026.

    Manual oficial atualizado que articula identificação, avaliação, classificação, inventário, plano e acompanhamento, incluindo riscos psicossociais relacionados ao trabalho.

    manual
  6. FUNDACENTRO-DIRETRIZES-2026 — Fundacentro. Diretrizes para aplicar a NR-1 com a inclusão dos riscos psicossociais: analisar a organização e gestão do trabalho para intervir. São Paulo: Fundacentro; 2026.

    Publicação institucional que enfatiza trabalho real, relações de poder, participação efetiva e transformação de aspectos adoecedores, combatendo a individualização do problema.

    diretriz
  7. MTE-NR17 — Brasil. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora nº 17 — Ergonomia. Texto vigente.

    Estabelece parâmetros para adaptar condições de trabalho às características psicofisiológicas e organiza AEP/AET. Na NR-1 vigente, as condições de trabalho devem ser consideradas nos termos da NR-17.

    norma
  8. MULLER-AMARAL-2025 — Muller MM, Amaral FG. Proposta de sistemática de integração da ergonomia na gestão de riscos ocupacionais das organizações por meio da avaliação ergonômica preliminar. Revista da Escola Nacional da Inspeção do Trabalho. 2025;9(1).

    Propõe um roteiro de integração da AEP ao GRO validado por especialistas. É um modelo técnico útil, não a única metodologia aceita nem substituto do exame do trabalho real.

    estudo
  9. ISO-45003-2021 — International Organization for Standardization. ISO 45003:2021 — Occupational health and safety management: psychological health and safety at work.

    Diretrizes internacionais para inserir riscos psicossociais em sistemas de gestão de SST. A norma está sob revisão sistemática em 2026 e não substitui os requisitos legais brasileiros.

    diretriz
  10. WHO-WORK-2022 — World Health Organization. WHO guidelines on mental health at work. Geneva: WHO; 2022.

    Diretriz baseada em revisão da evidência sobre intervenções organizacionais, formação, apoio, retorno ao trabalho e inclusão. Não autoriza usar treinamento individual como substituto de prevenção na fonte.

    diretriz
  11. WHO-ILO-2022 — World Health Organization; International Labour Organization. Mental health at work: policy brief. Geneva: WHO/ILO; 2022.

    Marco de políticas que combina prevenção de riscos, proteção, promoção, apoio e participação de trabalhadores e suas representações.

    diretriz
  12. ILO-PSYCHOSOCIAL — International Labour Organization. Psychosocial risks and mental health at work. Geneva: ILO.

    Fonte institucional sobre perigos ligados ao conteúdo, organização, gestão e relações de trabalho e sua inserção na segurança e saúde ocupacional.

    diretriz
  13. ILO-C190 — International Labour Organization. Violence and Harassment Convention, 2019 (No. 190) and Recommendation No. 206.

    Referencial internacional sobre um mundo do trabalho livre de violência e assédio. Deve ser articulado à legislação brasileira aplicável e aos fluxos internos e externos de proteção.

    norma
  14. BRASIL-LGPD — Brasil. Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018. Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.

    Base para finalidade, adequação, necessidade, segurança e tratamento de dados pessoais. Informações de saúde são sensíveis e pedem governança reforçada.

    norma
  15. CFP-ETICA — Conselho Federal de Psicologia. Código de Ética Profissional do Psicólogo. Resolução CFP nº 010/2005.

    Sustenta competência, responsabilidade, dignidade, sigilo e análise crítica das relações de poder. Veda uso da Psicologia para discriminar, coagir ou legitimar seleção de pessoas supostamente mais resistentes.

    norma
  16. KARASEK-1979 — Karasek RA Jr. Job demands, job decision latitude, and mental strain: implications for job redesign. Administrative Science Quarterly. 1979;24(2):285-308. doi:10.2307/2392498.

    Modelo demanda–controle: combina exigências psicológicas e latitude decisória para pensar tensão e redesenho do trabalho. É lente teórica, não fórmula de causalidade individual.

    estudo
  17. JOHNSON-HALL-1988 — Johnson JV, Hall EM. Job strain, work place social support, and cardiovascular disease. American Journal of Public Health. 1988;78(10):1336-1342. PMID: 3421392.

    Amplia o modelo demanda–controle ao incorporar apoio social. O estudo é observacional e não demonstra que apoio compense cargas ou falta de autonomia em qualquer contexto.

    estudo
  18. SIEGRIST-1996 — Siegrist J. Adverse health effects of high-effort/low-reward conditions. Journal of Occupational Health Psychology. 1996;1(1):27-41. PMID: 9547031.

    Modelo esforço–recompensa, útil para examinar reciprocidade, reconhecimento, estabilidade e perspectivas. Recompensa não se reduz a salário e o modelo não é checklist legal.

    estudo
  19. DEMEROUTI-2001 — Demerouti E, Bakker AB, Nachreiner F, Schaufeli WB. The job demands-resources model of burnout. Journal of Applied Psychology. 2001;86(3):499-512. PMID: 11419809.

    Distingue demandas que consomem recursos e recursos que apoiam objetivos, aprendizagem e proteção. Uma mesma demanda pode variar em intensidade e consequência conforme tarefa e contexto.

    estudo
  20. BAKKER-DEMEROUTI-2017 — Bakker AB, Demerouti E. Job Demands–Resources Theory: taking stock and looking forward. Journal of Occupational Health Psychology. 2017;22(3):273-285. PMID: 27732008.

    Revisão da teoria Demandas–Recursos, com processos de desgaste e motivação. Não deve ser usada para chamar toda demanda de risco nem todo recurso de controle suficiente.

    revisao
  21. BURR-COPSOQ-2019 — Burr H, Berthelsen H, Moncada S, et al. The Third Version of the Copenhagen Psychosocial Questionnaire. Safety and Health at Work. 2019;10(4):482-503. PMID: 31890332.

    Descreve o COPSOQ III e seu desenvolvimento internacional. Um instrumento depende de versão adequada, população, modo de aplicação e interpretação; escore não substitui identificação do perigo nem análise ergonômica.

    instrumento
  22. DOLLARD-BAKKER-2011 — Dollard MF, Bakker AB. Psychosocial safety climate as a precursor to conducive work environments, psychological health problems, and employee engagement. Journal of Occupational and Organizational Psychology. 2010;83(3):579-599. doi:10.1348/096317909X470690.

    Formula o clima de segurança psicossocial como percepção compartilhada de prioridade organizacional à saúde psicológica. O construto não deve virar selo de cultura ou diagnóstico por pesquisa única.

    estudo
  23. DOLLARD-BULLYING-2011 — Law R, Dollard MF, Tuckey MR, Dormann C. Psychosocial safety climate as a lead indicator of workplace bullying and harassment, job resources, psychological health and employee engagement. Accident Analysis & Prevention. 2011;43(5):1782-1793. PMID: 21658506.

    Estudo multinível relaciona clima de segurança psicossocial, demandas, recursos, assédio e saúde. Amostra e desenho limitam inferência universal; ainda assim, reforça a relevância da governança.

    estudo
  24. STANSFELD-CANDY-2006 — Stansfeld S, Candy B. Psychosocial work environment and mental health: a meta-analytic review. Scandinavian Journal of Work, Environment & Health. 2006;32(6):443-462. PMID: 17173201.

    Meta-análise prospectiva apoia associações entre alta demanda/baixo controle, alto esforço/baixa recompensa e transtornos mentais comuns. Associação não identifica automaticamente causa em uma pessoa ou empresa.

    revisao
  25. THEORELL-2015 — Theorell T, Hammarström A, Aronsson G, et al. A systematic review including meta-analysis of work environment and depressive symptoms. BMC Public Health. 2015;15:738. PMID: 26232123.

    Revisão de fatores de ambiente de trabalho e sintomas depressivos. Heterogeneidade de medidas, vieses e desenho impedem usar um fator isolado como diagnóstico causal.

    revisao
  26. HARVEY-2017 — Harvey SB, Modini M, Joyce S, et al. Can work make you mentally ill? A systematic meta-review of work-related risk factors for common mental health problems. Occupational and Environmental Medicine. 2017;74(4):301-310. PMID: 28108676.

    Meta-revisão integra evidência para diferentes exposições relacionadas ao trabalho. A qualidade e definição das exposições variam; o curso usa os achados como apoio à hipótese e prevenção, não como prova automática de nexo.

    revisao
  27. ARONSSON-2017 — Aronsson G, Theorell T, Grape T, et al. A systematic review including meta-analysis of work environment and burnout symptoms. BMC Public Health. 2017;17:264. PMID: 28302088.

    Síntese sobre ambiente de trabalho e sintomas de burnout. As associações variam por dimensão e método; burnout não deve ser usado como sinônimo de qualquer sofrimento ou como desfecho único do GRO.

    revisao
  28. VIRTANEN-2018 — Virtanen M, Jokela M, Madsen IEH, et al. Long working hours and depressive symptoms: systematic review and meta-analysis. Scandinavian Journal of Work, Environment & Health. 2018;44(3):239-250. PMID: 29423526.

    Meta-análise prospectiva encontrou associação pequena e heterogênea entre jornadas longas e sintomas depressivos, com diferenças regionais. Jornada é exposição a analisar, não explicação isolada.

    revisao
  29. NIELSEN-EINARSEN-2012 — Nielsen MB, Einarsen S. Outcomes of exposure to workplace bullying: a meta-analytic review. Work & Stress. 2012;26(4):309-332. doi:10.1080/02678373.2012.734709.

    Meta-análise associa exposição a bullying a desfechos de saúde e trabalho. Autorrelato e heterogeneidade exigem cautela, mas não justificam tratar violência como conflito comum ou problema de resiliência.

    revisao
  30. LAMONTAGNE-2014 — LaMontagne AD, Martin A, Page KM, et al. Workplace mental health: developing an integrated intervention approach. BMC Psychiatry. 2014;14:131. PMID: 24884425.

    Propõe integrar prevenção de danos, promoção dos aspectos positivos e manejo de condições de saúde. O modelo ajuda a evitar falsas escolhas entre mudar o trabalho e apoiar a pessoa.

    ensaio
  31. STRATTON-2022 — Stratton E, Lampit A, Choi I, et al. Trends in effectiveness of organizational eHealth interventions in addressing employee mental health: systematic review and meta-analysis. Journal of Medical Internet Research. 2022;24:e37776. PMID: 36166285.

    Intervenções digitais tiveram efeitos médios pequenos em sintomas. Aplicativo pode apoiar, mas não corrige desenho, carga, violência, jornada ou falta de controle.

    revisao
  32. SAKURAYA-2026 — Sakuraya A, et al. Effects of participatory organizational interventions on mental health and work performance: a systematic review and meta-analysis. Journal of Occupational Health. 2026.

    Síntese recente de intervenções organizacionais participativas em ensaios por conglomerados. Efeitos e implementação variam; participação precisa ter influência real e recursos para mudança.

    revisao

Recursos com roteiro de estudo

7 vídeos ou recursos institucionais orientados.

Estes recursos integram o percurso e possuem uma pergunta-guia. Os links abrem em nova aba; disponibilidade e conteúdo são responsabilidade das instituições publicadoras.

  1. 01
    CANPAT 2026: prevenção dos riscos psicossociais — ENIT/MTE Módulo 1

    Registre a data de vigência discutida, os atores do GRO/PGR e três deveres que precisam ser confirmados diretamente no texto oficial da NR-1.

  2. 02
    Fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho — CapacitaSIT/ENIT Módulos 1 a 3

    Separe fator de risco, exposição e possível desfecho; depois identifique quais exemplos exigem observação do trabalho real e articulação com a NR-17.

  3. 03
    Riscos psicossociais: a ameaça invisível — OIT Módulo 2

    Classifique os exemplos por demandas, controle, apoio, reconhecimento, justiça e violência, sem transformá-los em diagnósticos individuais.

  4. 04
    Quando o trabalho afeta a saúde: compreendendo riscos psicossociais — OIT Módulos 3 a 6

    Escolha uma exposição, descreva como verificá-la por três fontes e proponha uma medida que modifique o trabalho, não apenas a adaptação da pessoa.

  5. 05
    O que é segurança psicológica? — Profª Amy Edmondson/Harvard Business School Módulo 4

    Diferencie segurança psicológica, conforto e ausência de responsabilização; indique como medo de retaliação pode distorcer dados de participação.

  6. 06
    Riscos psicossociais e saúde mental no futuro do trabalho — conferência internacional Módulos 7 e 8

    Converta um argumento do vídeo em pergunta de avaliação, medida preventiva, indicador, responsável e critério documentado de revisão.

  7. 07
    Perguntas e Respostas sobre o Capítulo 1.5 da NR-1 — MTE, maio de 2026 Módulos 1 e 5

    Escolha três mitos frequentes — questionário obrigatório, método único e nexo automático — e responda a cada um com o que o MTE efetivamente orienta, indicando o limite da fonte e a decisão que ainda depende do trabalho real.

Referências complementares

Fontes institucionais para continuar o estudo.

Estes links ampliam a consulta e não fazem parte da contagem dos recursos com roteiro de estudo.

  1. 01
    NR-1 vigente e materiais oficiais — Ministério do Trabalho e Emprego
  2. 02
    Manual de interpretação e aplicação do GRO/PGR — MTE, 2026
  3. 03
    Guia de fatores de riscos psicossociais — MTE
  4. 04
    Diretrizes para aplicação da NR-1 com fatores psicossociais — Fundacentro, 2026
  5. 05
    NR-17 — Ergonomia — Ministério do Trabalho e Emprego
  6. 06
    Diretrizes de saúde mental no trabalho — Organização Mundial da Saúde
  7. 07
    Copenhagen Psychosocial Questionnaire III — artigo de validação internacional

Incluído na matrícula

Conteúdo, aplicação e conclusão.

  • Apostila digital protegida com 8 módulos
  • 5 materiais de apoio estruturados e atividades aplicadas
  • 32 referências científicas ou oficiais comentadas
  • 7 recursos audiovisuais ou institucionais com roteiro de estudo
  • Desafio inicial de raciocínio profissional com registro
  • Prova final segura com 10 questões e critério de 70%
  • Certificado digital verificável de 40 horas

Materiais de apoio

  1. 01Matriz de perigos, fatores, exposições e grupos de trabalhadores
  2. 02Roteiro de análise do trabalho real e participação protegida
  3. 03Matriz de triangulação, classificação e priorização de riscos
  4. 04Plano de ação na fonte com responsáveis, prazos e indicadores
  5. 05Painel de monitoramento, revisão e governança de dados

Certificação automática

Certificado só depois do percurso.

Para receber o certificado digital de 40 horas, a pessoa matriculada deve registrar o desafio, concluir todos os módulos e atingir pelo menos 70% na prova final de 10 questões.

Ao alcançar os critérios, o sistema gera o código individual e libera o certificado na área do aluno. A autenticidade pode ser verificada sem expor o e-mail.

Ver regras de certificação

Limites responsáveis

Aprender não é substituir cuidado, supervisão ou habilitação.

Este é um curso livre de atualização. O conteúdo não substitui psicoterapia, avaliação clínica, supervisão, protocolos institucionais, assessoria jurídica ou ocupacional e não autoriza o exercício da Psicologia.

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