Curso livre · Neurodesenvolvimento

TDAH: Compreensão, Avaliação e Cuidado em Rede

Desenvolvimento, contexto e cuidado para além de rótulos e explicações únicas.

InvestimentoR$ 69,90
Carga horária30 horas
FormatoOn-line · autoinstrucional
ConclusãoProva + certificado

Sobre o percurso

Curso livre orientado, aplicado e verificável.

Curso livre de atualização profissional com 30 referências oficiais e científicas sobre fundamentos, critérios ao longo da vida, avaliação multimétodo, vieses de reconhecimento, Lei nº 14.254/2021, intervenções, escola, vida adulta e cuidado multimodal.

Para quem foi pensado: Psicólogas(os), estudantes e profissionais de saúde e educação.

Curso livre de atualização profissional para compreender, avaliar e intervir no TDAH ao longo da vida sem moralização, causalidade única ou diagnóstico por teste. O percurso integra critérios, trajetória, diferenciais, família, escola, vida adulta, TCC, manejo comportamental, medicação em equipe, neurodiversidade e formulação revisável. Não oferece diagnóstico, prescrição ou habilitação para avaliação psicológica.

Matrícula automática

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Desafio inicial · obrigatório

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Lucas: TDAH, sono, ansiedade ou mudança de contexto?

Lucas, 17 anos, mudou de escola há seis meses e passou a ter queda de atenção e notas. Dorme cerca de cinco horas, usa telas de madrugada e consome energéticos. Refere ansiedade e não há história desenvolvimental organizada. A família pede confirmação imediata de TDAH a partir de um formulário.

Sua tarefa antes de começar: Antes de estudar, construa um plano de investigação que separe sintomas, trajetória, prejuízo, contextos, diferenciais e fontes. Indique também apoios seguros que podem começar sem depender do diagnóstico.

  • Início no desenvolvimento, persistência e prejuízo em diferentes contextos
  • Sono, ansiedade, aprendizagem, substâncias e mudança escolar
  • Limites de formulário, escala, teste e resposta a medicamento
  • Participação e privacidade de Lucas
  • Apoios ambientais e plano de cuidado revisável

A resposta é registrada na área do aluno e serve para comparar sua compreensão antes e depois do estudo. Não recebe nota.

Objetivos de aprendizagem

Ao concluir, você deverá ser capaz de:

Os objetivos orientam as atividades e a prova final. Não equivalem a habilitação profissional.

  1. 01

    Definir TDAH como condição heterogênea do neurodesenvolvimento sem mito ou determinismo.

  2. 02

    Planejar avaliação multimétodo, multi-informante e orientada por critérios, prejuízo e diferenciais.

  3. 03

    Construir apoios comportamentais, escolares, familiares e executivos por função e participação.

  4. 04

    Ler criticamente evidências de TCC, manejo comportamental, formatos digitais e medicamentos.

  5. 05

    Articular ética, neurodiversidade, inclusão, comunicação profissional e plano revisável.

Escopo profissional

Para quem é, o que exige e como se estuda.

A base reúne 30 fontes: CID-11, PCDT brasileiro, Lei nº 14.254/2021, NICE NG87 e HTG729, NIMH, CDC, DSM-5-TR, normas e Manual Orientativo do CFP de 2025 e estudos revisados por pares sobre genética, diferenças por sexo, heterogeneidade, prevalência, avaliação, treinamento parental, apoios escolares, TCC, formatos digitais e farmacoterapia. Os limites são explícitos: herdabilidade não é destino, exame ou teste isolado não diagnostica, e escala ou QbTest também não decide o caso sozinho; resposta a medicamento não confirma TDAH, benefício médio não prescreve um caso e apoio não deve ser confundido com normalização.

Público

Psicólogas(os), estudantes de Psicologia e profissionais de saúde e educação que desejam base científica para raciocínio e articulação do cuidado. Atos privativos, avaliação, psicoterapia, documentos e decisões farmacológicas exigem as habilitações e responsabilidades pertinentes.

Pré-requisitos

  • Disponibilidade para ler diretrizes e artigos científicos, parte deles em inglês.
  • Compromisso de usar somente casos fictícios e não inserir dados de pacientes, estudantes, familiares ou trabalhadores.
  • Compreensão de que curso livre não habilita diagnóstico, avaliação psicológica, uso de testes, psicoterapia, laudo ou prescrição.
  • Em aplicação real, conhecimento da rede e das normas profissionais e institucionais vigentes.

Metodologia

  • Oito módulos com teoria autoral, mecanismo, evidência, limite e aplicação profissional.
  • Oito casos fictícios, desafio inicial e atividades com produtos para caderno de estudos.
  • Trinta referências oficiais, normativas e revisadas por pares, comentadas por utilidade e limite.
  • Cinco materiais de apoio e sete vídeos ou recursos explicativos vinculados aos módulos.
  • Prova situacional de 10 questões, correção segura e certificado após 100% dos módulos e pelo menos 70% de aproveitamento.

Composição da carga horária

30 horas de estudo planejado.

A carga combina leitura, atividades, vídeos e avaliação; não representa apenas tempo de tela.

7hAulas autorais e apostila digital
6hDiretrizes e documentos oficiais
5hArtigos científicos e fichamentos
5hCasos e atividades aplicadas
2hMateriais de apoio
2hVídeos com registro orientado
1hDesafio inicial
2hRevisão e prova final

Programa completo

8 módulos conectados pela prática.

A página apresenta o mapa do percurso. Na área protegida, cada módulo desenvolve teoria, relações entre conceitos, evidências e limites, caso aplicado, leitura orientada e atividade profissional.

01

Fundamentos científicos do TDAH e neurodesenvolvimento

TDAH é uma condição heterogênea do neurodesenvolvimento definida por padrão persistente de desatenção e/ou hiperatividade-impulsividade com prejuízo. Não é falha moral, excesso simples de telas nem deficiência isolada de dopamina.

3 capítulos de aprofundamento · 4 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
02

Critérios diagnósticos e apresentação ao longo da vida

Diagnóstico exige sintomas, início no desenvolvimento, presença em múltiplos contextos, prejuízo e exclusão de explicações melhores. A forma de aparecer muda com idade, demandas, apoios e estratégias compensatórias.

3 capítulos de aprofundamento · 4 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
03

Avaliação psicológica, neuropsicológica e diagnóstico diferencial

Avaliar TDAH é integrar história, entrevista, observação, escalas, informantes, contextos, funcionamento e hipóteses alternativas. Não existe teste, escala, exame ou resposta medicamentosa que feche diagnóstico sozinho.

3 capítulos de aprofundamento · 4 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
04

Infância e adolescência: família, escola e manejo comportamental

Intervenção na infância e adolescência atua sobre funções e contextos: instruções, contingências, rotina, habilidades, aprendizagem, vínculo, sono, participação e coordenação entre jovem, família e escola.

3 capítulos de aprofundamento · 4 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
05

TDAH em adultos: funcionamento executivo, emoções e cotidiano

No adulto, prejuízo pode aparecer em iniciação, tempo, memória prospectiva, organização, finanças, trabalho, relações e regulação emocional. A formulação transforma queixa moral em tarefa e contexto observáveis.

3 capítulos de aprofundamento · 4 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
06

Intervenções psicológicas baseadas em evidências

Psicoeducação, TCC, manejo comportamental e organização ambiental são selecionados por idade, formulação, objetivo, preferência, evidência e viabilidade. Estratégias complementares não devem ser vendidas como cura.

3 capítulos de aprofundamento · 4 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
07

Tratamento multimodal, medicação e trabalho interprofissional

Plano multimodal combina necessidades, preferências, idade, gravidade, comorbidades, contexto e intervenções. O psicólogo precisa de literacia sobre medicação para colaborar e monitorar, sem prescrever ou orientar mudanças farmacológicas.

3 capítulos de aprofundamento · 4 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade
08

Ética, neurodiversidade, inclusão e formulação de caso

O encerramento integra diagnóstico sem reducionismo, identidade sem destino, inclusão sem privilégio, crítica à pseudociência e plano baseado em problema, mecanismo, contexto, preferência e revisão.

3 capítulos de aprofundamento · 4 núcleos de estudo · 2 análises de evidência · 1 atividade

Base científica auditável

30 referências oficiais e revisadas por pares.

A base reúne 30 fontes: CID-11, PCDT brasileiro, Lei nº 14.254/2021, NICE NG87 e HTG729, NIMH, CDC, DSM-5-TR, normas e Manual Orientativo do CFP de 2025 e estudos revisados por pares sobre genética, diferenças por sexo, heterogeneidade, prevalência, avaliação, treinamento parental, apoios escolares, TCC, formatos digitais e farmacoterapia. Os limites são explícitos: herdabilidade não é destino, exame ou teste isolado não diagnostica, e escala ou QbTest também não decide o caso sozinho; resposta a medicamento não confirma TDAH, benefício médio não prescreve um caso e apoio não deve ser confundido com normalização.

Consultar bibliografia comentada completa
  1. WHO-ICD11-2024 — World Health Organization. Clinical descriptions and diagnostic requirements for ICD-11 mental, behavioural and neurodevelopmental disorders. Geneva: WHO; 2024.

    Descrição clínica internacional do TDAH como transtorno do neurodesenvolvimento, com início no período do desenvolvimento, padrão persistente, prejuízo e exigência de diferenciais.

    manual
  2. MS-PCDT-TDAH-2022 — Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade. 2022; página atualizada em 2025.

    Documento brasileiro sobre diagnóstico, critérios de inclusão, avaliação e cuidado. Deve ser verificado na versão oficial vigente antes de aplicação institucional.

    diretriz
  3. NICE-NG87 — National Institute for Health and Care Excellence. Attention deficit hyperactivity disorder: diagnosis and management. NICE guideline NG87. Last reviewed 7 May 2025.

    Diretriz de diagnóstico e manejo ao longo da vida. A página foi revisada em 2025; isso não significa que todas as recomendações tenham sido atualizadas naquele ano.

    diretriz
  4. NIMH-ADHD-2024 — National Institute of Mental Health. Attention-deficit/hyperactivity disorder: what you need to know. 2024.

    Material público sobre manifestações, avaliação, curso e tratamento. Informação educativa não substitui avaliação clínica individual.

    manual
  5. CDC-CLASSROOM-2026 — Centers for Disease Control and Prevention. ADHD in the classroom: helping children succeed in school. Updated 1 June 2026.

    Resume manejo comportamental em sala, treinamento organizacional e apoios escolares. Ajustes devem responder à função e à realidade educacional brasileira.

    manual
  6. CDC-PARENT — Centers for Disease Control and Prevention. Parent training in behavior management for ADHD.

    Apresenta princípios de treinamento parental em manejo comportamental, especialmente relevante na infância. Não atribui culpa a cuidadores nem substitui avaliação de barreiras sociais.

    manual
  7. DSM5TR-APA — American Psychiatric Association. Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, Fifth Edition, Text Revision (DSM-5-TR). 2022.

    Referência classificatória para critérios e especificadores. Critérios precisam ser aplicados clinicamente; lista de sintomas não é questionário autodiagnóstico.

    manual
  8. CFP-ETHICS — Conselho Federal de Psicologia. Código de Ética Profissional do Psicólogo. Resolução CFP nº 010/2005.

    Sustenta dignidade, competência, informação, sigilo, responsabilidade e enfrentamento de discriminação. Diagnóstico não deve virar explicação total da pessoa.

    norma
  9. CFP-ASSESSMENT — Conselho Federal de Psicologia. Resolução CFP nº 31/2022. Diretrizes para avaliação psicológica e SATEPSI.

    Define avaliação psicológica como processo técnico-científico com métodos, técnicas e instrumentos pertinentes. Escala ou teste isolado não confirma TDAH.

    norma
  10. CFP-DOCUMENTS — Conselho Federal de Psicologia. Resolução CFP nº 6/2019 comentada. Elaboração de documentos escritos.

    Orienta finalidade, fundamentação, linguagem e modalidades documentais. Comunicação com escola ou trabalho deve ser necessária e proporcional.

    norma
  11. FARAONE-2021 — Faraone SV et al. The World Federation of ADHD International Consensus Statement: 208 evidence-based conclusions about the disorder. Neuroscience and Biobehavioral Reviews. 2021;128:789-818.

    Consenso amplo sobre validade, curso, riscos, tratamento e equívocos frequentes. Consenso sintetiza literatura, mas não transforma toda conclusão em regra para um caso.

    revisao
  12. FARAONE-GENETICS-2019 — Faraone SV, Larsson H. Genetics of attention deficit hyperactivity disorder. Molecular Psychiatry. 2019;24:562-575.

    Revisão sobre arquitetura genética complexa e poligênica. Herdabilidade populacional não significa gene único, inevitabilidade ou diagnóstico genético individual.

    revisao
  13. BARKLEY-2015 — Barkley RA. Executive Functions: What They Are, How They Work, and Why They Evolved. New York: Guilford Press; 2012/2015.

    Modelo teórico de funções executivas e autorregulação útil para formulação funcional. TDAH é heterogêneo e não se reduz a um déficit executivo único.

    ensaio
  14. SONUGA-BARKE-2010 — Sonuga-Barke EJS et al. Beyond the dual pathway model: evidence for the dissociation of timing, inhibitory, and delay-related impairments in ADHD. Journal of Child Psychology and Psychiatry. 2010.

    Apoia heterogeneidade de vias cognitivas e motivacionais. Nenhuma tarefa isolada funciona como marcador diagnóstico universal.

    estudo
  15. CORTESE-2018 — Cortese S et al. Comparative efficacy and tolerability of medications for ADHD: network meta-analysis. Lancet Psychiatry. 2018;5:727-738.

    Compara eficácia e tolerabilidade de medicamentos em ensaios de curto prazo. Não orienta prescrição individual e não substitui avaliação médica ou monitoramento longitudinal.

    revisao
  16. AHRQ-ADHD-2024 — Peterson BS et al. ADHD diagnosis and treatment in children and adolescents. Systematic review. Pediatrics. 2024.

    Revisão sistemática recente de diagnóstico e tratamentos pediátricos. Evidência varia por idade, desfecho e intervenção; resultados de curto prazo não resolvem implementação escolar.

    revisao
  17. CHACKO-2024 — Chacko A et al. Behavioral parent training for ADHD: systematic review and contemporary directions. 2024.

    Discute treinamento parental e mecanismos de mudança. Melhoras em práticas e funcionamento não significam que todo sintoma desaparecerá ou que a família causou o quadro.

    revisao
  18. LI-2024 — Li Y et al. Cognitive behavioural therapy plus medication for adults with ADHD: systematic review and meta-analysis. 2024.

    Examina TCC adicionada a tratamento medicamentoso em adultos. Heterogeneidade e viés exigem cautela ao estimar benefício individual.

    revisao
  19. YOUNG-2023 — Young S et al. Cognitive-behavioural interventions for adults with ADHD: systematic review and meta-analysis. 2023.

    Apoia TCC para sintomas e funcionamento em adultos, com variação entre estudos. Não sustenta uma técnica única nem cura.

    revisao
  20. CBT-COMPONENTS-2024 — Components and mechanisms of cognitive behavioural therapy for adults with ADHD: systematic review and component network meta-analysis. 2024.

    Analisa componentes de TCC e sugere combinações promissoras. Comparações indiretas e diferenças de protocolo limitam prescrição de pacote ideal.

    revisao
  21. ICBT-RCT-2025 — Internet-delivered cognitive behavioral therapy for adults with ADHD: randomized controlled trial. 2025.

    Ensaio de TCC digital em adultos indica benefício possível em contexto estudado. Acesso, suporte, adesão e seleção da amostra limitam generalização.

    estudo
  22. CBT-META-2026 — Cognitive behavioral therapy for adult ADHD: updated systematic review and meta-analysis. 2026.

    Síntese recente sobre TCC em adultos. Atualidade não elimina heterogeneidade, qualidade variável e necessidade de monitorar função, não apenas sintomas.

    revisao
  23. STOREBO-2023 — Storebø OJ et al. Methylphenidate for children and adolescents with ADHD. Cochrane Database of Systematic Reviews. 2023.

    Revisão de metilfenidato em jovens discute benefícios e eventos adversos com limitações na certeza. É fonte para literacia interprofissional, não autorização de prescrição psicológica.

    revisao
  24. POLANCZYK-2014 — Polanczyk GV et al. ADHD prevalence estimates across three decades: an updated systematic review and meta-regression analysis. International Journal of Epidemiology. 2014.

    Mostra que diferenças metodológicas explicam variação em estimativas. Prevalência populacional não é probabilidade diagnóstica automática em uma pessoa.

    revisao
  25. KOOIJ-2019 — Kooij JJS et al. Updated European Consensus Statement on diagnosis and treatment of adult ADHD. European Psychiatry. 2019;56:14-34.

    Consenso sobre TDAH adulto, avaliação, diferenciais e tratamento. Deve ser adaptado à regulação e aos serviços brasileiros.

    diretriz
  26. ASHERSON-2016 — Asherson P et al. Adult attention-deficit hyperactivity disorder: key conceptual issues. Lancet Psychiatry. 2016.

    Discute persistência, apresentações adultas, prejuízo e desafios diagnósticos. Diagnóstico tardio exige reconstrução desenvolvimental cuidadosa, não memória perfeita.

    revisao
  27. LEI-14254 — Brasil. Lei nº 14.254, de 30 de novembro de 2021. Dispõe sobre o acompanhamento integral para educandos com dislexia, TDAH ou outro transtorno de aprendizagem.

    Organiza identificação precoce, encaminhamento, apoio educacional e apoio terapêutico. O fluxo diagnóstico não deve ser usado para paralisar ajustes pedagógicos baseados nas barreiras já observadas.

    norma
  28. NICE-HTG729 — National Institute for Health and Care Excellence. Digital technologies for assessing attention deficit hyperactivity disorder (ADHD). HealthTech guidance HTG729. 2024.

    Recomenda QbTest apenas como opção auxiliar à avaliação clínica padrão em pessoas de 6 a 17 anos. Não autoriza diagnóstico isolado e, no Brasil, não substitui normas do CFP, consulta ao SATEPSI e evidências de validade para a finalidade.

    diretriz
  29. BABINSKI-2024 — Babinski DE et al. Sex Differences in ADHD: Review and Priorities for Future Research. 2024.

    Revisa diferenças por sexo e lacunas que afetam identificação e cuidado. Taxas menores em meninas não autorizam uma apresentação feminina única nem inferência diagnóstica por gênero.

    revisao
  30. CFP-MANUAL-2025 — Conselho Federal de Psicologia. Manual Orientativo de Registro e Elaboração de Documentos Psicológicos. Brasília: CFP; 2025.

    Atualiza orientação prática sobre registros, prontuários e documentos, incluindo linguagem, sigilo, guarda e uso responsável de tecnologias. O manual complementa e não substitui as resoluções vigentes.

    manual

Recursos com roteiro de estudo

7 vídeos ou recursos institucionais orientados.

Estes recursos integram o percurso e possuem uma pergunta-guia. Os links abrem em nova aba; disponibilidade e conteúdo são responsabilidade das instituições publicadoras.

  1. 01
    TDAH: desafios, possibilidades e perspectivas — Conselho Federal de Psicologia Módulos 1 e 8

    Registre como diagnóstico, contexto, estigma e direitos são articulados. Diferencie posicionamento profissional, experiência e conclusão empírica verificável.

  2. 02
    O que é TDAH? — Ministério Público do Rio de Janeiro Módulo 1

    Liste definição, manifestações e mitos. Depois confronte cada item com a CID-11 e marque o que o vídeo não permite concluir sobre uma pessoa.

  3. 03
    Diagnóstico do TDAH é clínico — Ministério Público do Rio de Janeiro Módulos 2 e 3

    Organize início, persistência, contextos, prejuízo e diferenciais. Explique por que escala, teste, exame ou resposta a medicamento não fecha diagnóstico isoladamente.

  4. 04
    Esquecimento nem sempre é TDAH — Ministério Público do Rio de Janeiro Módulo 3

    Construa uma matriz de hipóteses concorrentes para uma queixa recente de atenção, incluindo sono, humor, ansiedade, aprendizagem, substâncias e saúde.

  5. 05
    TDAH não é uma doença progressiva — Ministério Público do Rio de Janeiro Módulos 2 e 5

    Diferencie mudança de apresentação, aumento de demandas, compensação e declínio adquirido. Registre o que exige investigação adicional em adultos e pessoas idosas.

  6. 06
    Tratamento do TDAH — Ministério Público do Rio de Janeiro Módulos 4 a 7

    Separe intervenção psicológica, apoio escolar, manejo familiar, decisão médica e monitoramento. Identifique benefício esperado, limite e responsável por cada componente.

  7. 07
    Managing ADHD — especialista do National Institute of Mental Health Módulos 6 a 8

    Escolha duas estratégias, identifique o mecanismo e formule um indicador funcional. Anote barreiras de acesso e por que nenhuma estratégia constitui cura universal.

Referências complementares

Fontes institucionais para continuar o estudo.

Estes links ampliam a consulta e não fazem parte da contagem dos recursos com roteiro de estudo.

  1. 01
    Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do TDAH — Ministério da Saúde
  2. 02
    Descrição clínica da CID-11 — Organização Mundial da Saúde
  3. 03
    Diretriz NG87 para TDAH — NICE
  4. 04
    TDAH: o que você precisa saber — NIMH
  5. 05
    Apoios para TDAH em sala de aula — CDC
  6. 06
    Treinamento parental em manejo comportamental — CDC
  7. 07
    Consenso internacional baseado em evidências sobre TDAH — PubMed
  8. 08
    Revisão sistemática de diagnóstico e tratamento pediátrico — PubMed
  9. 09
    Lei nº 14.254/2021 — acompanhamento integral na educação
  10. 10
    QbTest como auxílio à avaliação clínica — NICE HTG729
  11. 11
    Diferenças por sexo e vieses de reconhecimento no TDAH — PubMed
  12. 12
    Manual de registro e documentos psicológicos — CFP, 2025

Incluído na matrícula

Conteúdo, aplicação e conclusão.

  • Apostila digital protegida com 8 módulos
  • 5 materiais de apoio estruturados e atividades aplicadas
  • 30 referências científicas ou oficiais comentadas
  • 7 recursos audiovisuais ou institucionais com roteiro de estudo
  • Desafio inicial de raciocínio profissional com registro
  • Prova final segura com 10 questões e critério de 70%
  • Certificado digital verificável de 30 horas

Materiais de apoio

  1. 01Linha do tempo desenvolvimental
  2. 02Matriz multimétodo e multi-informante
  3. 03Análise funcional de dificuldade executiva
  4. 04Plano escola–família ou adulto–ambiente
  5. 05Checklist de avaliação responsável e formulação

Certificação automática

Certificado só depois do percurso.

Para receber o certificado digital de 30 horas, a pessoa matriculada deve registrar o desafio, concluir todos os módulos e atingir pelo menos 70% na prova final de 10 questões.

Ao alcançar os critérios, o sistema gera o código individual e libera o certificado na área do aluno. A autenticidade pode ser verificada sem expor o e-mail.

Ver regras de certificação

Limites responsáveis

Aprender não é substituir cuidado, supervisão ou habilitação.

Este é um curso livre de atualização. O conteúdo não substitui psicoterapia, avaliação clínica, supervisão, protocolos institucionais, assessoria jurídica ou ocupacional e não autoriza o exercício da Psicologia.

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