Curso livre · Violência e proteção

Violência em Relacionamentos: Acolhimento, Segurança e Rede de Proteção

Escuta sem culpa, avaliação de risco, autonomia e articulação responsável da proteção.

InvestimentoR$ 89,90
Carga horária40 horas
FormatoOn-line · autoinstrucional
ConclusãoProva + certificado

Sobre o percurso

Curso livre orientado, aplicado e verificável.

Curso livre de atualização profissional com 33 referências comentadas sobre controle coercitivo, entrevista segura, risco, trauma, intervenção, rede, documentação e marcos brasileiros atualizados até junho de 2026.

Para quem foi pensado: Estudantes e profissionais de Psicologia, saúde, assistência e rede de proteção.

Curso livre de atualização profissional de 40 horas para acolhimento de pessoas em situação de violência em relacionamentos, com controle coercitivo, entrevista segura, risco, trauma, intervenções, rede, ética e marcos brasileiros atualizados até 2026.

Matrícula automática

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Desafio inicial · obrigatório

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Caso integrador — acolher sem aumentar o risco

Camila, 35 anos, atende on-line do celular compartilhado. O parceiro controla dinheiro e localização, ameaça seus filhos e o cachorro, já a estrangulou sem deixar marcas e possui arma. Ela está planejando separar-se, mas não tem moradia nem documentos acessíveis. Apresenta pesadelos, hipervigilância e ideação de morte sem plano declarado. Pede segredo absoluto. A psicóloga considera confrontar o parceiro, enviar um plano por WhatsApp e sugerir terapia de casal.

Sua tarefa antes de começar: Analise privacidade, formas de violência, controle coercitivo, indicadores de maior preocupação, suicídio, risco na separação, primeira resposta, plano de segurança, comunicação digital, limites de sigilo, rede, documentação e intervenções contraindicadas. Indique ações imediatas e seguimento.

  • Estrangulamento, arma, ameaça, separação e perseguição elevam preocupação.
  • Plano encontrado ou confronto do agressor pode aumentar risco.
  • Terapia de casal pode ser insegura diante de medo e coerção.
  • Notificação, comunicação, denúncia e encaminhamento possuem finalidades diferentes.

A resposta é registrada na área do aluno e serve para comparar sua compreensão antes e depois do estudo. Não recebe nota.

Objetivos de aprendizagem

Ao concluir, você deverá ser capaz de:

Os objetivos orientam as atividades e a prova final. Não equivalem a habilitação profissional.

  1. 01

    Reconhecer diferentes formas de violência e seus efeitos sem responsabilizar a vítima.

  2. 02

    Conduzir acolhimento, avaliação de risco e documentação de modo ético e cuidadoso.

  3. 03

    Apoiar autonomia e segurança, articulando recursos locais e protocolos aplicáveis.

Escopo profissional

Para quem é, o que exige e como se estuda.

A base reúne 33 fontes entre OMS, Ministério da Saúde, CFP/CREPOP, leis brasileiras atualizadas até junho de 2026, CNJ e revisões. O curso não autoriza investigação policial, previsão infalível, assessoria jurídica, terapia de casal em contexto coercitivo ou intervenção clínica além da habilitação.

Público

Psicólogas(os), estudantes de Psicologia em etapa compatível e profissionais de saúde e proteção. Manejo clínico, documentos, notificação e decisões legais exigem competência e protocolo.

Pré-requisitos

  • Fundamentos de entrevista e ética profissional
  • Compromisso com abordagem não revitimizante
  • Disponibilidade para estudar rede e protocolos locais

Metodologia

  • Oito módulos, com três capítulos aprofundados por módulo e sínteses de aplicação profissional.
  • Oito casos fictícios, desafio inicial, atividades aplicadas e guias de leitura crítica.
  • 33 fontes científicas, normativas e institucionais comentadas por utilidade e limite.
  • Cinco materiais de apoio e oito vídeos ou recursos institucionais com roteiro de estudo.
  • Prova situacional de 10 questões; certificado após 100% dos módulos e aproveitamento mínimo de 70%.

Composição da carga horária

40 horas de estudo planejado.

A carga combina leitura, atividades, vídeos e avaliação; não representa apenas tempo de tela.

10hApostila, aulas e estudos aprofundados
9hDiretrizes, normas, leis e artigos
10hCasos, desafio e atividades aplicadas
5hMateriais de apoio e fichamentos
3hVídeos com registro orientado
3hRevisão e prova final

Programa completo

8 módulos conectados pela prática.

A página apresenta o mapa do percurso. Na área protegida, cada módulo desenvolve teoria, relações entre conceitos, evidências e limites, caso aplicado, leitura orientada e atividade profissional.

01

Fundamentos: conflito, agressividade, violência e formas de abuso

Comportamentos e efeitos são nomeados por padrão, coerção, medo, poder e restrição de liberdade, sem rótulos improvisados.

3 capítulos de aprofundamento · 3 núcleos de estudo · 1 análise de evidência · 1 atividade
02

Dinâmica relacional: controle coercitivo, escalada e barreiras para sair

Vigilância, isolamento, intermitência, separação, dependência e vulnerabilidades estruturais explicam por que sair não é decisão simples.

3 capítulos de aprofundamento · 3 núcleos de estudo · 1 análise de evidência · 1 atividade
03

Avaliação psicológica, entrevista segura e avaliação de risco

Privacidade, comunicação segura, perguntas diretas, indicadores de preocupação e proteção orientam resposta sem promessa de previsão.

3 capítulos de aprofundamento · 3 núcleos de estudo · 1 análise de evidência · 1 atividade
04

Impactos psicológicos, trauma e repercussões familiares

Ameaça persistente pode afetar trauma, humor, sono, cognição, autoconfiança, vínculos e crianças, sem produzir diagnóstico automático.

3 capítulos de aprofundamento · 3 núcleos de estudo · 1 análise de evidência · 1 atividade
05

Acolhimento, primeiros cuidados, segurança e autonomia

A primeira resposta escuta, investiga necessidades, valida, amplia segurança e oferece suporte sem impor uma decisão.

3 capítulos de aprofundamento · 3 núcleos de estudo · 1 análise de evidência · 1 atividade
06

Intervenções psicológicas baseadas em evidências e reconstrução

Cuidado faseado, TCC e intervenções para trauma são adaptados à violência em curso, à preferência e à segurança.

3 capítulos de aprofundamento · 3 núcleos de estudo · 1 análise de evidência · 1 atividade
07

Rede de proteção, ética, documentação e marcos legais brasileiros

Lei Maria da Penha, atualizações de 2026, FONAR, notificação, sigilo, documentos e rede são integrados com limites profissionais.

3 capítulos de aprofundamento · 3 núcleos de estudo · 1 análise de evidência · 1 atividade
08

Continuidade do cuidado, prevenção de revitimização e plano integrado

Segurança, sintomas, autonomia, moradia, trabalho, vínculos e direitos são acompanhados depois da separação e no encerramento.

3 capítulos de aprofundamento · 3 núcleos de estudo · 1 análise de evidência · 1 atividade

Base científica auditável

33 referências oficiais e revisadas por pares.

A base reúne 33 fontes entre OMS, Ministério da Saúde, CFP/CREPOP, leis brasileiras atualizadas até junho de 2026, CNJ e revisões. O curso não autoriza investigação policial, previsão infalível, assessoria jurídica, terapia de casal em contexto coercitivo ou intervenção clínica além da habilitação.

Consultar bibliografia comentada completa
  1. WHO-VAW-2026 — World Health Organization. Violence against women. Fact sheet. Updated 18 June 2026.

    Síntese atual sobre violência por parceiro íntimo, impacto e resposta em saúde; dado populacional não prevê um caso.

    diretriz
  2. WHO-CLINICAL-HANDBOOK — World Health Organization. Health care for women subjected to intimate partner violence or sexual violence: a clinical handbook. 2014.

    Estrutura primeira resposta, segurança e cuidado; exige adaptação à legislação e rede brasileiras.

    manual
  3. WHO-CURRICULUM-2021 — World Health Organization. Caring for women subjected to violence: curriculum for training health-care providers. Revised edition. 2021.

    Currículo profissional sobre LIVES, entrevista, documentação e autocuidado.

    manual
  4. WHO-ONLINE-2025 — World Health Organization. Caring for women subjected to violence: online curriculum. 2025.

    Atualiza recursos de formação; não substitui protocolos locais nem supervisão.

    manual
  5. WHO-PREVALENCE-2025 — World Health Organization. Violence against women prevalence estimates, 2023. Published 2025.

    Estimativas globais e regionais; prevalência não determina verdade ou risco de relato individual.

    revisao
  6. CFP-NT25-2025 — Conselho Federal de Psicologia. Nota Técnica nº 25/2025 — atuação profissional da psicóloga com mulheres em situação de violências.

    Orienta atuação ética, técnica, não revitimizante e articulada à rede.

    norma
  7. CFP-CREPOP-2025 — Conselho Federal de Psicologia; CREPOP. Referências Técnicas para atuação no atendimento às mulheres em situação de violência. 2ª ed.

    Referência brasileira sobre direitos, gênero, rede e práticas psicológicas.

    diretriz
  8. CFP-RES08-2020 — Conselho Federal de Psicologia. Resolução CFP nº 08/2020 — exercício profissional em relação às violências de gênero.

    Norma específica de competência, não conivência, proteção e não discriminação.

    norma
  9. CFP-ETHICS — Conselho Federal de Psicologia. Código de Ética Profissional do Psicólogo.

    Base para dignidade, informação, sigilo, proteção e responsabilidade.

    norma
  10. CFP-DOCUMENTS — Conselho Federal de Psicologia. Resolução CFP nº 6/2019 comentada — documentos escritos.

    Orienta finalidade, fontes, fundamentação, linguagem e exposição mínima.

    norma
  11. CFP-MANUAL-2025 — Conselho Federal de Psicologia. Manual Orientativo de Registro e Elaboração de Documentos Psicológicos. 2025.

    Atualiza registro, guarda, finalidade, linguagem, sigilo, documentos e compartilhamento mínimo necessário como atos de cuidado e garantia de direitos.

    manual
  12. LEI-11340 — Brasil. Lei nº 11.340/2006 — Lei Maria da Penha, texto compilado.

    Marco brasileiro sobre formas de violência doméstica, assistência e medidas protetivas. O curso não presta assessoria jurídica.

    norma
  13. LEI-14132 — Brasil. Lei nº 14.132/2021 — crime de perseguição.

    Marco para compreender stalking e invasão reiterada da liberdade ou privacidade; enquadramento jurídico cabe à rede competente.

    norma
  14. LEI-14188 — Brasil. Lei nº 14.188/2021 — Programa Sinal Vermelho e crime de violência psicológica contra a mulher.

    Situa violência psicológica no marco penal sem transformar avaliação psicológica em investigação ou prova automática.

    norma
  15. LEI-14550 — Brasil. Lei nº 14.550/2023 — medidas protetivas de urgência.

    Atualiza proteção e aplicação da Lei Maria da Penha; interpretação jurídica cabe a profissionais competentes.

    norma
  16. LEI-14994 — Brasil. Lei nº 14.994/2024 — feminicídio como crime autônomo e outras medidas.

    Atualização penal e protetiva relevante à rede; não é ferramenta de diagnóstico clínico.

    norma
  17. LEI-15380 — Brasil. Lei nº 15.380/2026 — audiência de retratação somente mediante manifestação expressa da vítima.

    Atualização processual de 2026; orientação individualizada e consequências jurídicas devem ser confirmadas com a rede competente.

    norma
  18. LEI-15383 — Brasil. Lei nº 15.383/2026 — monitoração eletrônica de agressores como medida protetiva autônoma.

    Atualização de 2026 a ser verificada no caso e no território.

    norma
  19. LEI-15384 — Brasil. Lei nº 15.384/2026 — violência vicária e vicaricídio.

    Reconhece violência que instrumentaliza terceiros; aplicação jurídica exige profissional competente.

    norma
  20. LEI-15438 — Brasil. Lei nº 15.438/2026 — prazo decadencial em crimes no âmbito da violência doméstica e familiar.

    Atualização legal de 2026. Prazo e estratégia jurídica devem ser confirmados na rede especializada.

    norma
  21. LEI-15411 — Brasil. Lei nº 15.411/2026 — afastamento do agressor diante de risco à integridade sexual, moral ou patrimonial.

    Amplia os riscos expressos no art. 12-C da Lei Maria da Penha; aplicação concreta exige verificação do texto e do fluxo territorial.

    norma
  22. LEI-10778 — Brasil. Lei nº 10.778/2003, alterada pela Lei nº 13.931/2019 — notificação compulsória de violência contra a mulher atendida em saúde.

    Distinguir notificação em saúde, comunicação externa e denúncia é essencial.

    norma
  23. FONAR-CNJ — Conselho Nacional de Justiça. Formulário Nacional de Avaliação de Risco — FONAR.

    Instrumento de gestão de risco em fluxos específicos; não substitui entrevista clínica nem prevê violência com certeza.

    instrumento
  24. MS-GUIA-2025 — Brasil. Ministério da Saúde. Guia prático de cuidado à mulher em situação de violência. 2025.

    Orienta cuidado em saúde e articulação no Brasil; fluxos locais devem ser confirmados.

    diretriz
  25. LIGUE-180 — Brasil. Ministério das Mulheres. Guia prático do Ligue 180. 2025.

    Canal de informação, orientação e encaminhamento; emergência policial é 190.

    diretriz
  26. COERCIVE-CONTROL-2024 — Lohmann S et al. The trauma and mental health impacts of coercive control: systematic review and meta-analysis. Trauma, Violence, & Abuse. 2024;25:630-647.

    Sintetiza associação entre controle coercitivo e saúde mental; não diagnostica casos individuais.

    revisao
  27. IPV-INTERVENTIONS-2023 — Psychosocial interventions for survivors of intimate partner violence: systematic review and meta-analysis. 2023.

    Evidência heterogênea sobre intervenções psicossociais; segurança e contexto modificam aplicabilidade.

    revisao
  28. IPV-PTSD-2024 — Psychological interventions for PTSD in women survivors of intimate partner violence: systematic review and meta-analysis. 2024.

    Intervenções focadas em trauma podem ajudar grupos selecionados; violência em curso exige adaptação.

    revisao
  29. TRAUMA-INFORMED — Substance Abuse and Mental Health Services Administration. SAMHSA's concept of trauma and guidance for a trauma-informed approach. 2014.

    Princípios de segurança, transparência, colaboração, escolha e sensibilidade cultural.

    diretriz
  30. NICE-PTSD — National Institute for Health and Care Excellence. Post-traumatic stress disorder. NG116. 2018.

    Diretriz para avaliação e tratamento de TEPT; aplicação requer formação e segurança contextual.

    diretriz
  31. WHO-SUICIDE — World Health Organization. Suicide. Fact sheet and prevention resources. 2025.

    Apoia prevenção sem permitir previsão individual por fator ou escala.

    diretriz
  32. NICE-NG225 — National Institute for Health and Care Excellence. Self-harm: assessment, management and preventing recurrence. NG225. 2022.

    Avaliação psicossocial e plano colaborativo sem estratificação automática.

    diretriz
  33. UN-WOMEN-ESSENTIAL — UN Women et al. Essential Services Package for Women and Girls Subject to Violence.

    Organiza serviços essenciais e coordenação intersetorial; adaptação nacional é necessária.

    diretriz

Recursos com roteiro de estudo

8 vídeos ou recursos institucionais orientados.

Estes recursos integram o percurso e possuem uma pergunta-guia. Os links abrem em nova aba; disponibilidade e conteúdo são responsabilidade das instituições publicadoras.

  1. 01
    Violência contra mulheres — Organização Mundial da Saúde Módulos 1, 2, 4 e 8

    Separe definição, prevalência, impacto e resposta. Explique por que dado populacional não prevê nem invalida um relato individual.

  2. 02
    Manual clínico para cuidado após violência — OMS Módulos 3 a 6

    Aplique os elementos da primeira resposta a uma vinheta e registre o que precisa ser adaptado à rede, ao risco e à segurança digital.

  3. 03
    Nota Técnica CFP nº 25/2025 Módulos 3, 5, 7 e 8

    Diferencie atuação clínica, proteção, documentos, sigilo e limites de competência conforme a orientação profissional brasileira.

  4. 04
    Referências Técnicas CFP/CREPOP Módulos 1 a 8

    Relacione gênero, direitos, rede e prática sem transformar a vítima em responsável pela violência ou pela proteção institucional.

  5. 05
    Lei Maria da Penha — texto compilado Módulos 1 e 7

    Liste formas de violência, direitos e medidas relevantes, separando informação psicológica de orientação jurídica.

  6. 06
    Formulário Nacional de Avaliação de Risco — CNJ Módulos 3 e 7

    Diferencie instrumento de gestão de risco, teste psicológico e previsão. Explique por que ação e seguimento importam mais que pontuação isolada.

  7. 07
    Guia prático do Ligue 180 — Ministério das Mulheres Módulos 5, 7 e 8

    Mapeie orientação, denúncia, encaminhamento e emergência, verificando segurança do dispositivo e recursos disponíveis no território.

  8. 08
    Manual Orientativo de Registro e Elaboração de Documentos Psicológicos — CFP, 2025 Módulos 3, 7 e 8

    Compare prontuário e documento psicológico por finalidade, fontes, linguagem, sigilo e destinatário; depois reduza um compartilhamento fictício ao mínimo necessário para proteger direitos sem exposição indevida.

Referências complementares

Fontes institucionais para continuar o estudo.

Estes links ampliam a consulta e não fazem parte da contagem dos recursos com roteiro de estudo.

  1. 01
    Guia prático de cuidado à mulher em situação de violência — Ministério da Saúde
  2. 02
    Referências técnicas para atuação da Psicologia — CFP/CREPOP
  3. 03
    Violência contra mulheres — Organização Mundial da Saúde
  4. 04
    Manual clínico de cuidado — Organização Mundial da Saúde
  5. 05
    Nota Técnica CFP nº 25/2025
  6. 06
    Manual de registro e documentos psicológicos — CFP, 2025
  7. 07
    Lei Maria da Penha — texto compilado
  8. 08
    Lei nº 14.132/2021 — crime de perseguição
  9. 09
    Lei nº 14.188/2021 — violência psicológica contra a mulher
  10. 10
    Lei nº 15.380/2026 — audiência de retratação e manifestação expressa
  11. 11
    Lei nº 15.411/2026 — afastamento e riscos sexual, moral e patrimonial
  12. 12
    Formulário Nacional de Avaliação de Risco — CNJ
  13. 13
    Guia prático do Ligue 180 — Ministério das Mulheres

Incluído na matrícula

Conteúdo, aplicação e conclusão.

  • Apostila digital protegida com 8 módulos
  • 5 materiais de apoio estruturados e atividades aplicadas
  • 33 referências científicas ou oficiais comentadas
  • 8 recursos audiovisuais ou institucionais com roteiro de estudo
  • Desafio inicial de raciocínio profissional com registro
  • Prova final segura com 10 questões e critério de 70%
  • Certificado digital verificável de 40 horas

Materiais de apoio

  1. 01Roteiro de acolhimento sem culpabilização
  2. 02Mapa de risco, urgência e fatores de proteção
  3. 03Plano de segurança e articulação da rede local
  4. 04Mapa de coerção e restrição de autonomia
  5. 05Ficha de registro clínico e comunicação em rede

Certificação automática

Certificado só depois do percurso.

Para receber o certificado digital de 40 horas, a pessoa matriculada deve registrar o desafio, concluir todos os módulos e atingir pelo menos 70% na prova final de 10 questões.

Ao alcançar os critérios, o sistema gera o código individual e libera o certificado na área do aluno. A autenticidade pode ser verificada sem expor o e-mail.

Ver regras de certificação

Limites responsáveis

Aprender não é substituir cuidado, supervisão ou habilitação.

Este é um curso livre de atualização. O conteúdo não substitui psicoterapia, avaliação clínica, supervisão, protocolos institucionais, assessoria jurídica ou ocupacional e não autoriza o exercício da Psicologia.

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